ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Bulbophyllum
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terça-feira, 26 de setembro de 2023

412 - Orquídea: Bulbophyllum rufinum

Pessoal, trazendo para vocês a primeira postagem sobre este Bulbophyllum rufinum Rchb.f., Xenia Orchid (1881), cujo basinômio é Phyllorkis rufina (1891). A sua origem é: Índia, Himalaia oriental, Myanmar, Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã.
Trata-se de uma singular orquídea epífita que me foi presenteada pelo orquidófilo pernambucano Kristiano Silva, em 2021. De lá para cá esta é a sua segunda floração e, como se vê, está sendo cultivada em vaso de plástico com substrato para epífitas, bem adaptado e saudável.  

quinta-feira, 15 de julho de 2021

280 - Orquídea: Bulbophyllum carunculatum

"Bulbophyllum é o gênero de orquídeas com a maioria das espécies constantes (cerca de 2 mil) e ainda hoje são encontradas e descritas novas plantas (...). A maior diversidade de espécies é encontrada na floresta de Papua Nova Guiné, no Sudeste da Ásia, com mais de 600 espécies diferentes encontradas nesta área. Eles também são nativos das regiões tropicais da Austrália, África, América Central e América do Sul. Em Bornéu encontraram mais de 200 espécies e 135 espécies em Madagascar. Com uma tal variedade de plantas e ambientes, você não pode generalizar o seu cultivo. Há espécies epífitas e rupícolas, crescendo em florestas densas, subindo em relação a outras plantas ou penhascos rochosos, lugares com  umidade elevada e também seca".

"Bulbophyllum carunculatum Garay, Hamer, e Siegerist 1994 é uma orquídea epífita encontrada apenas em Sulawesi (Celebes Island) em torno de 1.000 metros (...). Geralmente florescem no verão em um ponto da flor de até meio metro que pode transportar uma dúzia de grandes flores com cores vivas (pétalas amarelas e sépalas limão ou laranja-vermelho e lábio roxo) e cheiro característico desagradável, que se abrem em sucessão por vezes, durante vários meses. Para instalá-lo, escolher local com luz filtrada ou sombreada e boa ventilação, com temperaturas intermediárias puxando para lugares quentes. Mantenha úmido durante todo o ano, um pouco menos no inverno e se você cultivá-lo em suportes de madeira ou cortiça, regar sem medo de água durante todo o verão, até mesmo algumas vezes por dia, se estiver quente, musgo úmido para manter as raízes úmidas. A umidade deve estar acima de 50%, ou até maior se tem uma boa ventilação (...).[i]

Observação endógena: foi adquirida, ainda pequena, em janeiro de 2016. A primeira floração ocorreu apenas a partir de março de 2021, ou seja, pouco mais de 5 anos depois (uma longa espera, é verdade), mas é assim que se cultiva orquídeas (tendo paciência e persistência)!
Atualmente está sendo cultivada em vaso de argila, com substrato casca de pinus, carvão e um pouco de sphagnum.
Houve uma sucessão de flores, mas não se pode ver algumas delas em simultâneo e por fim gerou duas cápsulas de sementes.
Detalhe de uma das cápsulas de sementes (foram produzidas duas).


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

286 - Orquídea: Bulbophyllum elassonotum

Após fazer diversas postagens sobre as orquídeas que floriram em 2016 e que são reincidentes, é hora de postar sobre aquelas que floriram, também no ano passado, mas de forma inédita e animadora, enriquecendo e colorindo o orquidário, eis que figura um Bulbophyllum.
Observação endógena: em 2016 eu resolvi que deveria tentar o cultivo de orquídeas do gênero Bulbophyllum, sendo um, dos inúmeros que ainda não compunham minha simples coleção. Comprei, então, as primeiras plantas deste gênero, dentre adultas e bastante jovens, foram elas: bulbophyllum carunculatum, bulbophyllum rothschildianum e bulbophyllum elassonotum (o único adulto desta tríade aquisição); eis que, sete meses depois de sua aquisição ele me presenteou com esta bela florada.

Origem: Tailândia, Vietnã;
Flor: cacho floral pendente simples;
Habitat: epífita - vivem fixadas em árvores, [pode ser muito bem] cultivada em vasos e placas;
Clima: quente;
Curiosidade: essa é uma das espécies mais cultivadas entre os colecionadores brasileiros;
Sombreamento: 50 a 70%; substrato: mistura de cascas, carvão e isopor. No caso de amarrar em árvores, as plantas devem ser regadas 2 a 3 vezes por semana até o enraizamento no tronco[i].

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