ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Laelia
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sexta-feira, 28 de abril de 2017

136 - Orquídea: Laelia colnagoi



Origem: Brasil;
Clima: quente e úmido alternando com estações secas;
Vegetação: planta rupícola encontrada vegetando em pedras;
Luminosidade: luz média, vegetando em pedras em pontas de matas ralas onde recebe luz de forma indireta;
Floração: verão;
Tamanho de flores: aproximadamente 3 cm;
Tamanho da planta: pequeno porte aproximadamente 10 cm[i].

Observação endógena: esta orquídea foi adquirida em março de 2013, já vinha formando uma touceira, mas nada de iniciar uma floração; em fins de 2016, porém, ela iniciava a formação de uma haste que atingiu quase 25 cm e quatro botões, que resultaram em flores de cor e beleza singulares.



[i] Disponível em: https://cooperorchids.com/produto/laelia-colnagoi/ Acesso em mai. 2019.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

148 - Orquídea: Laelia caulescens

A
“Laelia caulescens é uma espécie muito ornamental, ocorrente em campos rupestres quartzíticos e ferruginosos. A espécie encontra-se sujeita a situações de ameaça, sendo uma delas a região do Quadrilátero Ferrífero, que vem sendo devastada por atividades de mineração a céu aberto. Devido a isso e também à coleta de plantas para fins ornamentais, suspeita-se que a espécie venha sofrendo declínio na área e qualidade do hábitat e no número de indivíduos maduros. Por isso, é considerada ‘em perigo’”.
“É uma orquídea naturalmente rupícola encontrada em campos ferruginosos e campos rupestres, no Cerrado. Floresce de abril a agosto, quando é polinizada por abelhas”.

Sinônimos:

Sophronitis caulescens;
Bletia caulescens;
Bletia crispilabia;
Hoffmannseggella caulescens;
Hoffmannseggella crispilabia;
Laelia caulescens;
Laelia cinnabarina var. crispilabia;
Laelia crispilabia;
Laelia lawrenceana;
Laelia mantiqueirae[i].
 
 
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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Laelia Jongheana - flores 2014.2

De duas mudas adquiridas esta é a única a prosperar, mais um dos motivos que tenho para cuidar de forma indiscriminada, para além da beleza de suas flores.
Abaixo eu mostro algumas fotos de uma floração desgarrada, no fim de 2014. Desta vez, a flor precisou ser bastante perspicaz, para poder escapar de uma das folhas.
Foram duas as publicações sobre esta Laelia:
Em junho de 2014 (ela voltou a florir alguns meses após).
 
 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Laelia jongheana - flores 2014

Quando na aquisição, eu recebi uma muda de Laelia jongheana que deu para dividir em duas. Uma das partes tão logo floriu, a outra parte - aos poucos - definhou até secar.
Elas chegaram por volta de meados de 2013, advindas de Santa Catarina; a flor surgiu entre julho e setembro do mesmo ano (apenas 1).
Em 2014 ela floriu também em apenas 1 flor (fotos abaixo), porém exatamente no início do ano, entre fevereiro e março.
Nestas duas floradas percebi uma característica que não tenho visto em outras, de minhas orquídeas, qual seja: em alguns casos a jongheana produz um bulbo que servirá apenas para o desenvolvimento de flor, tão logo ela acabe, cessa o desenvolvimento.
 
 
 
 
Por esta foto, da flor já seca, observamos aquela questão do bulbo com função de florir; veja que ele seca junto com a flor e a haste, ao passo que do lado direito há outro bulbo, formando-se de outra forma: emitindo folha, não haste.

sábado, 16 de novembro de 2013

209 - Orquídea: Laelia purpurata (tipo)


Eu já havia postado recentemente sobre esta orquídea. Apresentei seus botões numa postagem anterior.
“Orquídea de rara beleza, a laelia é uma planta epífita, isto é, que se desenvolve sobre outras plantas, usando seus ramos como suporte. A planta tem de 20 a 40 cm de altura, folhas grandes, rígidas com pseudobulbo bem desenvolvido”.
“As flores são grandes, de 6,5 x 6,5 cm até 13 x 13 cm, pétalas delicadas em branco e variações de rosa e o labelo com mácula cor de púrpura. A haste floral tem de 10 a 25 cm de altura e pode apresentar grupos de 5 ou mais flores, muito perfumadas que duram cerca de 20 dias”.
“A Laelia é um gênero de orquídea onde encontramos um grande número de variedades, cultivares e híbridos com outros gêneros. Existem muitas controvérsias a respeito e diferentes propostas de pesquisadores, baseados no DNA das plantas, inclusive propondo novos gêneros para a Laelia brasileira”.
“É uma orquídea simples de cuidar. Necessita de muita luz, temperatura de 10 a 35 C°. Seu cultivo é feito em ripados com cobertura de sombrite com sombreamento de 40%. As regas devem ser regulares o ano todo, diminuindo no inverno. O substrato de cultivo é o igual a todas as orquídeas, casca de coco, cascalho, musgo, etc., propiciando boa drenagem. A adubação é feita por adubos foliares ou granulados, dissolvidos na água e aplicados antes da floração e após o pendão estar seco, quando a planta entra em estágio vegetativo e de crescimento. Na natureza são plantas de matas onde seus nutrientes são extraídos do ar, de folhas decompostas e de excrementos da fauna selvagem[1]”.

Observação endógena: adquiri esta linda orquídea a partir de uma permuta com orquidófila de SC. Ela havia me adiantado que ela viria com uma boa espata de floração, mas que provavelmente poria flores em dezembro deste ano; mas não esperou, o clima quente que encontrou no Nordeste, certamente lhe fez apressar-se e cerca de uma, duas, semanas após ter chegado, iniciou esta floração, foi tanta a pressa que sequer conseguiu alongar a haste floral.
 
 

[1] Disponível em: http://www.fazfacil.com.br/jardim/orquidea-lelia-purpura/ Acesso em out. de 2013.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

167 - Orquídea: Laelia jongheana

"Em 1953 a Laelia jongheana já era citada no livro: As orquídeas e sua cultura, do autor João S. Decker, como '(...) quase exterminada nas suas zonas de dispersão natural'. (...) ocorria na região de Ouro Preto -  MG (...). Existia também na Serra do Caraça e na região do Pico do Itambé, próximo à cidade de Diamantina, ou seja, no maciço da Serra do Espinhaço, Minas Gerais".
"As plantas deste habitat do passado foram totalmente exterminadas pelos catadores".
"Em 2003 um amigo orquidófilo chamado Jovino, que viajava bastante pelo interior do Espírito Santo, falou da existência de planta semelhante na região de Ibatiba, cerca de 130 km de Vitória (...). As plantas são muito dispersas e vegetam nas árvores em topos e morros pequenos, em altitude aproximada de 1.000 m (...)".
"Em 2007, tivemos a oportunidade e privilégio de conhecer possivelmente o último grande habitat desta espécie no Estado de MG (...). Levamos quase um dia inteiro para conseguirmos chegar ao pé da montanha. As plantas ocorrem em mata nebular e também nas beiras dos penhascos, sempre voltadas para o lado dos ventos, onde recebem muita umidade das nuvens à noite. A altitude de ocorrência varia entre 1.200 m e 1.500 m".
"As plantas estão [grosso modo] em pleno sol, porém, uma camada de musgo atua como uma esponja e mantém a umidade durante a maior parte do dia, mesmo com vento e sol intensos (...). Geralmente à noite é que as plantas são molhadas pela neblina ou pelas nuvens que passam (...)".
"O cultivo dessas plantas pode ser em substrato bem arejado, em vaso de barro pequeno para secagem rápida, mas, de preferência, podem ser fixadas em palito fino de xaxim ou madeira resistente à podridão, entretanto, neste último caso as regas devem ser aumentadas. As plantas gostam de ficar úmidas e o ideal  é que sejam molhadas no fim da tarde. Não se adaptam ao clima quente e gostam de uma queda acentuada na temperatura durante a noite".
"Esta espécie (...) não forma espata, os botões emergem diretamente de dentro dos brotos em formação. as flores (geralmente uma a duas por broto) possuem diâmetro de cerca de 12 cm em forma de estrela".
É difícil encontrar plantas com pétalas largas, assim como variações acentuadas  da tonalidade lilás 'tipo'. Pouquíssimas  plantas albas foram encontradas no passado, na natureza, entretanto, atualmente estão sendo reproduzidas com sucesso pelo método assimbiótico. Desconheço as variedades coerulea e semi alba nesta espécie [1]".
 
 
 
 
Laelia jongheana ("seu nome, sua identidade")!

[1] Disponível em: http://www.awzorchids.com.br/br/artigosCont.php?target=MTE Acesso em set. de 2013.

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