ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Dimerandra
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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

337 - Orquídea: Dimerandra emarginata var. alba

O que dizer desta variedade de Dimerandra emarginata? Não se pode dizer muita coisa porque quase não há nada (pelo menos algo relevante que eu tenha encontrado) que possa ser usado como fonte de pesquisa, seja impresso, seja online. No mais, o que se pode afirmar é que se trata de uma Dimerandra emarginata (tipo) "descolorida", esmaecida, alba, simplesmente... branca! As características superficiais são praticamente as mesmas encontradas na Dimerandra emarginata convencional: raízes, pseudobulbos, folhas, formato e tamanho das flores, labelo (ah, este é um pouco diferente: na Dimerandra convencional o labelo tem uma mancha branca, já nesta variedade alba, a mácula é amarela)...
Se você procurar unidades a venda, encontrará pouquíssimas, sendo escassos também (logicamente) os vendedores (eu que o diga); o preço também é lá nas alturas, equivalendo tranquilamente ao valor de umas 3 a 4 Cattleyas labiatas adultas, por exemplo! Se vale a pena? "Taí"...!
Aqui tivemos 4 flores e 2 botões simultaneamente!

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

5 - Orquídea: Dimerandra emerginata - 10 anos de Flores

Hoje trago mais uma espécie de orquídea que completou, nesta etapa, dez anos de florações consecutivas. A última postagem especificamente sobre ela ocorreu em agosto de 2014, naquele momento eu falava brevemente da sua forma de cultivo, como sendo fácil e da sua resistência ao suportar algumas horas de sol direito, sem que sofra maiores danos.
"Encontrada" em 2007, já trazia consigo a primeira floração, sendo de apenas 5 flores; a produção foi aumentando significativamente a cada ano (quali-quantitativamente [um mesmo bulbo pode florir diversas vezes por florada, bem como produzir por vários anos seguidos ou alternados]), porque também a planta se tornava mais robusta, ocupando todo o vaso (neste período foram cerca de 4 trocas de vaso, atualmente estando num vaso de argila). Outra observação é que, em todas as florações, se seguiu da formação de diversas cápsulas de sementes.
O simples gráfico abaixo vai mostrar o crescimento na quantidade de flores, ano após ano; mostrarei também, algumas fotos mais significativas de suas 10 floradas consecutivas.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

1 - Orquídeas e Mãos

Dimerandra emarginata.
Olá car@s amig@s que visitam o Orquídeas-Bromélias!
Trago aqui algumas fotos que fiz, quando no contato direto com flores e cápsulas de algumas orquídeas... Assim poderemos ter uma visão bem aproximada do tamanha dessas flores e cápsulas dos mais variados gêneros, só não é exata porque não dimensionamos o tamanho dessa(s) mão(s)...
Galeandra chapadensis.
Epidendrum secundum.
Trichocentrum caatingaense
Acianthera pectinata. 
Bc. Pastoral 'innocence'´.
Cápsulas de Epidendrum viviparum.
Potinara Burana Beauty 'Burana'.
Blc. waikiki gold 'Lea'.
Cattleya bicolor. E abaixo, o Epidendrum paniculatum.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dimerandra Emarginata - flores 2014

As dimerandras, especialmente a da espécie emarginata é uma orquídea de fácil cultivo e que, inclusive, suporta algumas horas de sol direto, aliás é esse contato quase constante com a luz do sol que lhe faz ter as flores abertas; de um pequeno botão surge uma linda e "grandiosa" flor (na verdade, várias flores).
Aqui no Blog, temos postagens quase sequenciais sobre esta Dimerandra, sendo uma em 2011 e a última em 2013.
As fotos abaixo são das flores produzidas neste ano de 2014 (este ano elas iniciaram em março e perduraram - flores secam/botões abrem - até agosto, em pouco mais de 35 flores)... Espero que gostem! Desde já agradeço a possibilidade de partilha!
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 31 de agosto de 2013

Dimerandra emerginata: umas flores 2013

Tenho alguns exemplares de Dimerandra emerginata... Uma planta especialmente vem se constituindo numa verdadeira touceira, por isso, venho fazendo registros seus (em letras e fotos) desde 2007, porém, fiz uma singela postagem sobre a mesma em 2011, que reunia umas poucas fotos, de pouca qualidade é verdade; em 2013 tentei captar várias nuances das pequenas flores de Dimerandra emerginata e, creio, consegui fotos interessante (conforme mostradas abaixo), apesar d'algumas limitações!
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

5 - Orquídea: Dimerandra emarginata

Dimerandra é um gênero, cujo classificador foi Schlechter, em 1922. O nome deriva do grego: DI dobro, duas vezes e MEROS: parte, além de ANDRA: estame, e foi dado provavelmente em alusão aos dois largos lóbulos do labelo de suas flores. Encontra-se na subtribo Laelieae” (O Mundo das Orquídeas. Ano 3, nº. 11).
“Ela é uma pequena epífita com caule de até vinte centímetros de altura, disticamente folhado nas laterais. Folhas de 8 cm de comprimento, coriáceas e pontiagudas. Hastes florais curtas com uma ou duas flores que surgem no ápice do caule. Flor de 1 cm de diâmetro com colorido variado de rosa ao roxo-claro. Floresce em abril/maio” (O Mundo das Orquídeas. Ano 3, nº. 11. p. 27).
“O colorido de todos os segmentos varia de rosa esbranquiçado até rosa escuro, quase púrpura. O labelo tem uma mácula em sua base. Existe uma variedade alba. O número de flores varia: pode haver apenas uma flor e demais vão abrindo em sucessão. (...), portanto, Dimerandra é um gênero que ocorre na América Tropical, desde o nível do mar até 300/400 m de altitude. Nos Estados no Nordeste brasileiro, é muito comum nas matas próximas à costa. Durante o inverno recomendam-se temperaturas intermédias a quentes e rega abundante durante o período de crescimento. Seus talos se assemelham a canas”.
"Esta nossa graciosa e inconfundível orquidácea pode ser encontrada em diversos habitats, todavia os mais robustos exemplares certamente estão sobre galhos de velhas cajazeiras, em jaqueiras também. Aceita bem inúmeros substartos, desde o mais trabalhoso – fragmentos de raízes de coqueiro – até a nossa mistura de pedregulhos de quartzo com certa porção de musgos. Suas flores, de perfeita anatomia na disposição das sépalas e pétalas, com bastante frequência se auto-fecundam e até antes de desabrochar pelo que, podemos inferir, no organismo de Dimerandra circula extraordinária quantidade de fitohormônios, e, em consequência disto, fica explicada a importação, ocorrida há alguns anos pelos japoneses...de  milhares de espécimes oriundos de Pernambuco, via Rio Grande do Sul, como sabemos” (PEREIRA, Luis de Araújo. Álbum das Orquídeas de Alagoas. – Maceió: IMA-AL/PETROBRÁS/TRIKEM/GRUPO JOÃO LYRA, 2000, p. 151).

Observação endógena: a minha primeira esteve por um bom tempo num tronco de coqueiro na horizontal e expôs a primeira flor. O interessante é que parecem mini cana-de-açúcar, seus talos são extremamente curiosos. Apresentam raízes finas e discretas e são de boa adaptabilidade num ambiente de sol forte e até direto (por algumas horas), abrindo as pequenas e fascinantes flores, rosas incandescentes e de uma fragilidade que apaixonam!

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