terça-feira, 12 de setembro de 2017

Epidendrum viviparum - flores 2017

Este Epidendrum passou cerca de 3 anos sem florir, por conta de ter sido mudado de vaso e ter uma parte sua subtraída para a formação de uma nova muda; além disso, na última floração ele formou cápsula de sementes, o que deixa a planta (a depender de condicionalidades adversas) sem florir enquanto mantém e matura a cápsula de sementes.
A floração deste ano ocorreu entre maio a agosto de 2017, num total de 05 flores.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Slc. Golden Acclaim 'Richella' - flores 2017

Este é um híbrido complexo de rara beleza em suas florações. Geralmente pseudobulbos não muito grandes, mas que produzem diversas flores por vez. As florações tem ocorrido categoricamente em cada ano.
Neste ano de 2017 ela produziu 5 incríveis flores, entre janeiro e fevereiro.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Cattleya walkeriana var. tipo - flores 2017

Eis a segunda floração sequencial desta incrível Cattleya walkeriana. Antes (ano passado) ela havia florido a vez primeira (apenas 1 flor) e este ano, entre junho e julho ela produziu 2 magníficas flores.
Aqui temos algumas visualizações das flores (emparelhadas, parte traseira de uma flor e labelo).

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ORQUÍDEA gosta é de UMIDADE...

Umidade não significa a quantidade de água, com a qual regamos nossa orquídea, mas sim a quantidade de partículas de água presentes no ar. É bastante simples perceber isto quando cultivamos orquídeas em regiões secas, como o Nordeste do Brasil.

No verão e se o verão for intenso, por mais que se rege, as orquídeas não se desenvolvem e quando produzem flores, estas são muito limitadas, exceto naqueles gêneros que florescem exatamente no verão, como Encyclias, Schomburgkias, Dendrobiums, entre outros! A maioria dos gêneros muitas vezes apenas se mantém, quando não, secam quase instantaneamente!

Por isso que, em momentos tão quentes e secos recomenda-se manter uma vasilha com água em determinados locais, inclusive em orquidários, a fim de diminuir a secura do ambiente, a qual é também prejudicial a saúde do ser humano.

Quando chove e quando esta é uma chuva constante, modifica o tempo e o clima, rapidamente nas orquídeas os pseudobulbos se recompõem, as raízes brotam e passeiam por todas as superfícies alcançáveis! Nascem e crescem novos pseudobulbos e as flores se projetam: a vida plena torna-se uma lei!

Abaixo temos 3 fotografias em 3 momentos distintos: 2013, 2014 e 2017, respectivamente.
Apesar de estarem sendo regados controladamente; mas num verão intenso.
Aqui em janeiro de 2014, quando emitia novos bulbos, em plena estação invernosa.
E por fim, bulbos bastante robustos e com poucas folhas, em agosto de 2017, fins do inverno.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

7 - Lista de Desejos: Orquídeas

Nossa 7ª Lista de Desejos/Orquídeas trás uma explosão de cores e muita beleza, além de detalhes os mais incríveis e curiosos. Mais que isso, é preciso verificar a disponibilidade delas no mercado (à venda ou para troca com eventuais orquidófilos); é necessário também avaliar preços e especificidades de cultivo, tamanhos das possíveis mudas a fim de verificar se elas se desenvolverão bem em minha região de cultivo.
Beallara marfitch. Disponível em: cgdw.
Dendrobium hercoglossum. Disponível em: Iospe Photos.
Oncidium Ornithorhynchum. Disponível em: Orquídeas no Apê.
Robiquetia cerina. Disponível em: Orquidário Esplendor.
Vanda Tricolor var. Suavis 'Bandung rebloom'. Disponível em: Flickriver.

Restrepia aspasicensis - Blog da Bete Orquídeas.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

6 - Bicharada no Orquidário

Esta é a nossa 6ª postagem sobre os bichinhos que aparecem (residem) no nosso orquidário. Temos insetos os mais distintos, além de artrópodes, lagarto e anfíbio. Em terra, ou depositados nos vasos e nas plantas (orquídeas e bromélias), eles compõem-se num grupo ativo e em busca de afirmação e defesa do território.
Um inseto camuflado nas flores de Cyrtopodium polyphyllum.
A aranha fez uma "casa" num espaço vazio, entre os vasos.
Lagartixa na sombrite.
Nesta e na sequência, um predador sobre as flores de Ludisia discolor.
Formigas na haste e no botão floral de Catasetum macrocarpum.
Centopeia sobre o chão do orquidário.
Sapo repousando num espaço com terra, do orquidário.
Uma borboleta diferente na superfície de um vaso.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Raízes: a sustentação de uma Orquídea

(...)
Resta para si o Sol
Resta o Sal que vem da Terra
Raízes Sustentam, "Sugam"
Realçam duas funções
Rijas encontram-se no Chão
Rentes ao Tronco andam
Rebatem-se com a Monção
(...)

De acordo com o site “orquideas.eco.br” as raízes possuem importantes funções para as orquídeas. Em seu artigo “Morfologia: as raízes das orquídeas”, podemos obter determinados conhecimentos sobre esta temática.
Podemos sintetizar, a partir do artigo lido, que as raízes das orquídeas saem geralmente da base das plantas e que, ocasionalmente geram ramificações. O principal tecido que as compõem é o velame[1], responsável pela absorção de água ou de partículas da umidade.
A forma de uma raiz de orquídea vai depender da sua especialidade, se se trata de uma planta epífita (bem desenvolvidas, robustas, cilíndricas ou achatadas), terrestre (geralmente na forma de tubérculos) ou rupícola (mais finas e curtas).
Além de serem as principais responsáveis pela fixação da orquídea (seja no solo, em árvores ou em rochas, por exemplo), as raízes também são responsáveis pela absorção e acumulação de água e nutrientes que servirão para o desenvolvimento da planta, além de realizarem, em determinados casos, o processo de fotossíntese no caso de as folhas estarem comprometidas, seja por situações impróprias no ambiente ou por necessidades específicas da orquídea.
Raízes de orquídeas jovens Epidendrum secundum.
Epidendrum secundum ainda fixado na haste floral.
Raízes de Cattleya labiata.
Raízes de Catasetum macrocarpum.
Raízes de Encyclia oncidioides.
Raízes de Cattleya nobilior.

Raízes de Prosthechea fragrans.


[1] Estrutura com aberturas microscópicas que abrigam os fungos conhecidos como micorriza, os quais ajudam na sintetização da matéria orgânica que alimenta as orquídeas epífitas (especialmente quando no desenvolvimento de uma nova orquídea, gerada por meio de sementes).

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