quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

252 - Orquídea: Vanda falcata

A Famosa Orquídea Samurai de agradável perfume a noite.

Descrição: Neofinetia falcata (Thunb.) Hu, Rhodora 27: 107 (1925).
Basinômio: Orchis falcata Thunb. J. de A. Murray, Syst. Veg. ed. 14: 811 (1784).
Sinônimos:
Aerides thunbergii Miq. Ann. Mus. Bot. Lugduno Batavi-2: 205 (1866); Angorchis falcata (Thunb.) Kuntze, Revis. Gen. Pl.. 2: 651 (1891); Angraecopsis falcata (Thunb.) Schltr., Orchideen: 601 (1914);
Angraecum falcatum (Thunb.) Lindl., Coll. Bot.: T. 15 (1821);
Finetia falcata (Thunb.) Schltr., Beih. Bot. Centralbl. 36 (2): 140 (1918); Limodorum falcatum (Thunb.) Thunb., Trans. Linn. Soc. Londres 2: 326 (1794);
Nipponorchis falcata (Thunb.) Masam., Mem. FAC. Sci. Taihoku Imp. Univ. 11 (4): 592 (1934);
Oeceoclades falcata (Thunb.) Lindl., Gen. sp. Orquídea. Pl.: 237 (1833).
Oeceoclades lindleyi Regel, Gartenflora 15: 70 (1866);
Vanda falcata (Thunb.) Beer, Prakt. Stud. Orchid.: 317 (1854).

Natural/País: China, Japão e Korea.
Etimologia: Nome em homenagem a Finet Achille, botânico francês do séc. 19.

Características: pequenina espécie que os Samurais a procuravam em forma de agrado ao Imperador. Planta com lindas variedades em tons de rosa e lilás.
Clima: Subtropical - com 1 mês no mínimo e no máximo 8 em que a média térmica é inferior a 20°C.
Natural: Ásia; Epífita - Vivem fixas em árvores, cultiva muito bem em vasos e placas (50% ) de sombreamento.
Porte da Planta: Mini.
Tamanho da Flor: aproximadamente 8 cm diâmetro.
Florada: Inverno (cacho floral ereto simples); muitas flores (aprox. 15 dias); flor Branca (Alba), de odor Agradável Suave.
Plantio recomendado: caixeta.
Umidade/Regas: úmidas - regar de 5 à 7 vezes por semana (não deve secar); moderada ventilação.
Cultivo: pouca experiência[i]

Observação endógena: adquirida em agosto de 2014, produziu a primeira floração neste segundo semestre de 2019, ou seja, quatro anos depois. Mas valeu a pena a espera, afinal se trata de uma orquídea com características muito peculiares e elegantes. Apesar desta demora na sua floração, posso afirmar que tem sido de fácil cultivo. Estava sendo cultivada numa placa de madeira, mas recentemente a coloquei num vaso e estou avaliando a sua adaptabilidade.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Phalaenopsis: orquídeas floridas em 2019

Para quem cultiva as orquídeas do gênero Phalaenopsis sabe que elas são a sua maior garantia de flores todos os anos, desde que estejam saudáveis. As suas floradas geralmente são abundantes, duradouras e coloridas e o mais legal é que são orquídeas que podem ser mantidas em interiores, por longos períodos.
Com os melhoramentos que veem sendo implementados neste gênero de orquídeas (as quais são difundidas comercialmente de maneira ampla), muitas delas florescem por longos períodos que abarcam praticamente quase o ano todo, dependendo um pouco da região de cultivo.
Como você poderá ver nas fotos, essas minhas Phalaenopsis floresceram em 2019 (umas em menor, outras em maior quantidade), mas todas o fizeram a partir do mesmo período do ano, estendendo-se por vários meses.

PHALAENOPSIS ESTRIADA (MINI)

PHALAENOPSIS PINTALGADO

PHALAENOPSIS LISTRADO X PINTADO

PHALAENOPSIS BRANCO COM PINTAS

PHALAENOPSIS MINI

PHALAENOPSIS EXÓTICO X DÁLMATA

PHALAENOPSIS ROSA COM PINTAS

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Brassia rex - flores 2019

Semelhante a floração ocorrida no ano passado, esta Brassia rex (a única deste gênero na minha modesta coleção), voltou a florir este ano e emitiu duas robustas hastes florais, a partir de um único pseudobulbo e também produziu duas cápsulas de sementes.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Slc. Bright Angel - flores 2019

A última vez que eu havia postado sobre este híbrido, composto a partir dos gêneros Sophronitis, Laelia e Cattleya (Slc) havia sido no início de 2018. De lá para cá ela produziu outras flores de maneira individual, vindo a brotar duas flores simultâneas neste último semestre do ano, o que fez com que eu pudesse realizar esta razoável postagem.
Obs. este é um híbrido que, se cultivado em boas condições, floresce diversas vezes ao ano.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

355 - Orquídea: Cattleya loddigesii tipo

Trata-se da primeira Cattleya loddigesii a compor a minha modesta coleção. Esta espécie de Cattleya é bastante peculiar e interessante em qualquer coleção de orquídeas, principalmente por causa da beleza das suas floradas, que é indiscutível. Ela tem se desenvolvido muito bem aqui na minha região. Esta é a sua segunda floração, porém, na primeira floração (de apenas 1 flor) ficou comprometida por ataque de inseto na flor e acabei não fazendo o registro.
Desta vez ela produziu essas 2  belas flores.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

370 - Orquídea: Tolumnia Golden Sunset

(...) Tolumnia Golden Sunset é um dos híbridos de Tolumnia mais deliciosos e produzidos nos últimos 60 anos. O ano de 2000 marcou o 25º aniversário do seu registro, e esse período proporcionou aos criadores e aficionados uma excelente perspectiva para julgar seu sucesso ou fracasso.
História:
No início dos anos de 1950, o lendário WW Goodale Moir, do Havaí, foi pioneiro na criação de Tolumnia quando começou a cruzar as espécies que havia coletado em suas viagens de negócios às Índias Ocidentais. Os primeiros 25 anos de atividade foram dominados por seus esforços. Na década de 1970, o potencial que ele estava persuadindo de 'as ervas daninhas de Moir', como eram chamadas, encorajou outros a se unirem à perseguição. Os mais ativos foram Richard e Stella Mizuta e Robert e Susan Perreira, também do Havaí. A fundação de Moir meticulosamente preparado e estava prestes a dar frutos. Tolumnia Golden Sunset (Stanley Smith x Pequeno Tim) foi feito pelas Perreiras, e registrado por Francis Aisaka em 1975. É um híbrido bastante simples que combinou quatro das cinco espécies que Moir acreditava serem as mais significativas na criação de Tolumnia. Tolu. A Puchella contribuiu com seus genes para a cor rosa, tamanho grande, forma completa e boa apresentação em uma inflorescência longa e muitas vezes ramificada. Tolu. A Triquetra forneceu o potencial para manchas e padrões variados e um hábito de planta compacta. Ele também ofereceu encurtamento da inflorescência, bem com o sua propensão a se ramificar. Tolu. A. Guianensis (anteriormente chamado de Oncidium Desertorum), preencheu a forma da pétala, realçando a redondeza geral das flores. O Tolu. Urophylla ofereceu sua cor amarela, bom tamanho e lábios bastante expandidos.
É interessante notar aqui que Moir considerou esta espécie uma das cinco espécies fundamentais em seu programa de reprodução, e sem dúvida foi, a julgar pela sua descrição do clone que ele provavelmente usaria. Sua descrição do clone e seus relatos de resultados de reprodução levaram-me a acreditar que ele estava lidando com uma forma muito seletiva (...).
A mistura dessas espécies parece ter sido quase perfeita, e em suas contribuições são expressas em vários graus nos muito clones de Tolumnia Golden Sunset, produzindo uma notável variedade de cores e padrões.
Até 1980, 11 híbridos foram registrados usando Tolu. Golden Sunset como um dos pais e Tolu . A Golden Sunset recebeu 13 prêmios de qualidade AOS. Em 1982, Karen Miles e eu avaliamos o que consideramos as três tolumnias mais promissoras do dia; Tolu Pôr do sol dourado, Tolu. Arco-íris e Tolu. Phyllis Hetfield (Três Super Oncidiums da década de 1970. Todos os três tinham clones excepcionais que estavam sendo introduzidos nos programas de hibridização em andamento, e estavam produzindo descendentes promissores que estavam recebendo prêmios.
Atualmente, como seria de esperar, procriando com o Tolu. O Golden Sunset como pai direto diminuiu, principalmente como resultado de seus inúmeros descendentes bem-sucedidos que agora estão se desenvolvendo. No entanto, os hibridadores ainda têm a oportunidade de olhar para Tolu. Golden Sunset como um pai desejável. Seu maior trunfo, como já foi observado, é a variabilidade de cores e padrões combinados com alta qualidade consistente. Devido a esse excelente potencial, os criadores continuaram a investigar suas possibilidades. De fato, várias cruzes anteriores estão sendo refeitas com novos e diferentes clones de Tolu. Pôr do sol dourado[i].

Observação endógena: esta planta foi comprada de um orquidário online, já constando como adulta em fevereiro de 2019, vindo a florir cerca de 6 meses depois. Foram apenas 03 flores produzidas, mas me deixou bastante satisfeito com o tamanho e a forma delas, além dessa incrível mescla de cores.


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