Olá pessoal! Trazendo para vocês mais uma floração desta Brassia chieftain, ocorrida nesse primeiro semestre de 2024. Desta vez foram apenas 2 flores, mas de dimensões bem maiores do que aquelas produzidas na primeira floração.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2024
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024
444 – Orquídea: Brassia chieftain
Esta é uma orquídea que foi adquirida em meados de 2023 e, por ser adulta, alguns meses depois já produziu esta primeira floração, em duas flores, uma verdadeira novidade aqui no orquidário.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
Brassia rex - flores 2023
Olá meu povo! Trazendo para vocês a última floração desta Brassia rex, a qual já está comigo há muitos anos, para ser mais preciso, desde 2013. De lá para cá ela tem florindo em praticamente todos os anos. Sofreu um pouco o ano passado, com mudança de orquidário, falta de uma melhor atenção ao cultivo, dentre outras coisas, por isso a floração tendeu a diminuir e agora está voltando aos poucos. Além das fotos tem também um pequeno vídeo ao final da postagem (espero que gostem).
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
terça-feira, 20 de novembro de 2018
Brassia rex - flores 2018
Esta é uma orquídea incrível, popularmente conhecida como orquídea-aranha, por conta do formato das flores e também por causa de algumas máculas que fazem lembrar as características de uma certa aranha.
Este ano ela floriu em grande estilo, bem mais caprichosa do que nos anos anteriores, isto porque produziu duas hastes florais e dezenas de flores, mas também a produção de três cápsulas de sementes (duas numa das hastes e uma terceira na outra haste).
É interessante também registrar aqui que a última postagem sobre as suas florações havia sido apenas em 2015 (época em que havia florido).
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Brassia rex - flores 2015
O que dizer deste gênero e desta espécie de orquídea? Acho que a palavra "satisfação" resume tudo, pois anteriormente (antes de adquirir esta orquídea), a pretendia, mas achava que ela pudesse não se desenvolver bem aqui na minha região; isso não aconteceu! Ou melhor, aconteceu ao inverso! Eu a adquiri e ela tem se desenvolvido muito bem e florescendo regularmente nos últimos 2 anos.
Obs. como se poderá observar nas fotos abaixo, são 2 mudas em floração.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Brassia rex - flores 2014
Antes, a orquídea Brassia rex sempre esteve em minhas listas de desejos (por exemplo, a Lista de Desejos 1) e quando consegui uma muda e presenciei as primeiras flores, tive todas as expectativas superadas, porque as flores são fantásticas e atrativas.
Aumentando as flores em relação a 2013, a minha Brassia rex veio em 2014 com produção de flores em 2 hastes florais, totalizando 18 flores belíssimas.
sábado, 2 de novembro de 2013
151 - Orquídea: Brassia rex (rei)
"É um gênero botânico pertencente à família das orquídeas. Foi descrito pelo botânico inglês Robert Brown e Hortus Kewensis, em 1813, usando a Brassia maculata, que fora recentemente coletada na Jamaica, como espécie tipo. A maioria das espécies produz flores de perfume agradável, especialmente durante as horas quentes do dia".
"O nome deste gênero é uma homenagem a William Brass, cujo nome latinizado é Gulielmus Brassus, um inglês, ilustrador de botânica do século XIX. Já a denominação rex é o mesmo que rei, na língua portuguesa".
Sinônimo popular: Orquídea Aranha.
Distribuição: "inclui cerca de 30 robustas espécies de crescimento simpodial algo ascendente e aéreo, epífitas, encontradas nas selvas úmidas e sombreadas das montanhas da América do Sul e América Central e mesmo na Flórida, em altitudes inferiores a 1.500 m. Há registros de ocorrência de 11 delas no Brasil. São plantas de fácil cultivo desde que em ambientes mais ou menos quentes e com alta umidade".
Descrição: "o gênero caracteriza-se por apresentar rizoma algo aglomerado e ascendente, pseudobulbos robustos, ovóides ou elípticos e alongados, em regra bastante compridos lateralmente, raro mais arredondados e curtos, guarnecidos quando jovens por bainhas foliares dísticas, com até três folhas grandes no ápice, elíptico laceoladas, herbáceas. A inflorescência brota das axilas das bainhas basais, racemosas, eretas e arqueadas, com brácteas florais bem pequenas (...). Suas pétalas e sépalas são longamente acuminadas, livres, todas similares em algumas espécies, em outras com pétalas muito menores que as sépalas e eretas ou curvadas. O labelo, inteiro, lanceolado ou oblongado, é descolado da coluna. Normalmente é liso, mas pode ser verrugoso em algumas espécies (...) [1]".
Observação endógena: adquiri esta bela orquídea por meio de uma permuta com uma orquidófila de SC, no início de maio deste ano; a muda já veio adulta e com bastantes pseudobulbos. Cerca de 4 meses após (em setembro) iniciou esta primeira floração, já havia, desde antes espalhado várias novas raízes por todo o vaso. As primeiras flores, da longa haste que atingiu mais de 30 cm de comprimento, se abriram quase um mês após, em outubro; essas flores que acenderam primeiro permaneceram por um bom tempo, e uma a uma começaram a secar, e por volta do dia 20 de outubro todas as flores caíram (duraram quase 15 dias); não exalaram nenhum perfume, apenas muita beleza em seus detalhes e caprichos.
"O nome deste gênero é uma homenagem a William Brass, cujo nome latinizado é Gulielmus Brassus, um inglês, ilustrador de botânica do século XIX. Já a denominação rex é o mesmo que rei, na língua portuguesa".
Sinônimo popular: Orquídea Aranha.
Distribuição: "inclui cerca de 30 robustas espécies de crescimento simpodial algo ascendente e aéreo, epífitas, encontradas nas selvas úmidas e sombreadas das montanhas da América do Sul e América Central e mesmo na Flórida, em altitudes inferiores a 1.500 m. Há registros de ocorrência de 11 delas no Brasil. São plantas de fácil cultivo desde que em ambientes mais ou menos quentes e com alta umidade".
Descrição: "o gênero caracteriza-se por apresentar rizoma algo aglomerado e ascendente, pseudobulbos robustos, ovóides ou elípticos e alongados, em regra bastante compridos lateralmente, raro mais arredondados e curtos, guarnecidos quando jovens por bainhas foliares dísticas, com até três folhas grandes no ápice, elíptico laceoladas, herbáceas. A inflorescência brota das axilas das bainhas basais, racemosas, eretas e arqueadas, com brácteas florais bem pequenas (...). Suas pétalas e sépalas são longamente acuminadas, livres, todas similares em algumas espécies, em outras com pétalas muito menores que as sépalas e eretas ou curvadas. O labelo, inteiro, lanceolado ou oblongado, é descolado da coluna. Normalmente é liso, mas pode ser verrugoso em algumas espécies (...) [1]".
Observação endógena: adquiri esta bela orquídea por meio de uma permuta com uma orquidófila de SC, no início de maio deste ano; a muda já veio adulta e com bastantes pseudobulbos. Cerca de 4 meses após (em setembro) iniciou esta primeira floração, já havia, desde antes espalhado várias novas raízes por todo o vaso. As primeiras flores, da longa haste que atingiu mais de 30 cm de comprimento, se abriram quase um mês após, em outubro; essas flores que acenderam primeiro permaneceram por um bom tempo, e uma a uma começaram a secar, e por volta do dia 20 de outubro todas as flores caíram (duraram quase 15 dias); não exalaram nenhum perfume, apenas muita beleza em seus detalhes e caprichos.
[1]Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Brassia> Acesso em mai. de
2013.
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