Hoje trazendo para vocês esta primeira floração de Laelia purpurata 'carnea', que foi adquirida na condição de planta jovem e tem alcançado resultados animadores, porque além desta primeira produção de flores, a planta está muito saudável e praticamente uma touceira, o que sugere uma floração ainda maior no próximo ano.
Ela foi adquirida em 2023, floriu pela primeira vez neste último mês de janeiro, de 2026.
Esta é uma micro orquídea epífita (espécie), podendo ocorrer em todas as regiões do Brasil (sendo nativa e endêmica do nosso país). O cultivo doméstico deve ser feito em placas de madeira, tocos ou cachepot suspensos. Ela precisa de meia-sombra, alta luminosidade e boa ventilação, já que gosta de manter-se bastante "solta no ar".
Sobre a floração, essa micro orquídea produz delicados chumaços de flores de cor creme ao amarelo-esverdeado. No Brasil o período de flores ocorre principalmente nos meses chuvosos.
O nome do gênero "Gomesa" homenageia o botânico português Bernardino António Gomes (1768-1823), que também foi um grande pesquisador da flora brasileira. Já "eleutherosepala" deriva da junção de duas raízes do grego antigo: "eleutheros" (livre, separado) e "sepala" (sépalas/ as estruturas externas da flor).
Percebam que a flor, apesar de pequenina, se destaca bem, especialmente por causa do tamanho avantajado do labelo e sua cor predominantemente branco.
"Originária das florestas tropicais da Índia, Bangladesh e Vietnã, Rhynchostylis gigantea foi descrita pela primeira vez em 1896, por John Lindley e difere das vandas por causa do labelo unilobado; ela prospera em ambientes de alta umidade e com chuvas regulares, porém moderadas. Prefere umidade constante e demonstra certa tolerância à seca. Em cultivo doméstico, deve ser regada duas vezes por semana, garantindo que o substrato permaneça uniformemente úmido, mas não encharcado. Desenvolve-se melhor em condições de sol parcial, boa luz, porém indireta e apreciando bem a luz da manhã ou mesmo da tarde".
"O substrato, portanto, precisa ser bem arejado, com excelente drenagem e composto por casca de pinus, carvão e perlita, para uma melhor areação"[1]”.
Rhynchostylis tem origem no grego, descrevendo a morfologia da flor (Rhynchos = "bico", ou "chifre" e stylis ("estilete" ou "coluna").
Gigantea vem do latim e refere-se ao porte robusto e grande da planta (especialmente em comparação a outras espécies do mesmo gênero).
Esta orquídea às vezes recebe o nome de orquídea "Rabo-de-raposa-branca".
Ela orquídea foi adquirida em 2022 e produziu sua primeira floração no início deste ano, depois de ter tentado duas vezes antes e as hastes florais secaram sem que produzissem os botões. A floração iniciou no mês de janeiro e perdurou até fevereiro com uma produção de cerca de quinze flores. Está sendo cultivada em vaso de argila com substrato comum para orquídeas epífitas.
Trazendo para vocês belíssima floração de Epicattleya René Marques, aliás, uma das mais abundantes florações, a qual ocorreu em fins do ano passado. Digo isto porque após essa primeira leva de flores ela voltou a florir em mais um pseudobulbo (sendo duas flores a mais). Está sendo cultivada (desde algum tempo) em vaso de plástico, com substrato para orquídeas epífitas.
A cada temporada que passa esse Dendrobium secundum tipo floresce mais abundantemente. Como se pode ver nas fotografias e no vídeo, foi apenas um pseudobulbo em floração, porém, com quatro hastes florais, diversos botões e consequentemente uma bela conjunção de flores.
É olha que eu não tenho feito um cultivo adequado com ele, por exemplo, respeitando o período de dormência. Penso que se fizesse isso, a floração seria multiplicada.
Trazendo para vocês esta exuberante floração de Cyrtopodium holstii, que ocorreu a partir do início de novembro de 2025 e prolongou-se até fins de janeiro de 2026. Foram produzidas quase 100 flores, nesta haste floral gigante, de quase um metro de altura. Esta é uma orquídea terrestre de médio a grande porte e estava sendo cultivada em vaso de plástico com terra enriquecida. Após a floração eu fiz o replante dela diretamente para solo (aí vamos aguardar, possivelmente) uma melhor adaptação e uma produção de flores ainda mais robusta.
Hoje trazendo para vocês um pouco do que foi a floração deste Dendrobium crumenatum (ocorrida no ano passado). Como se vê, foram poucas flores, as quais consegui captar por essas fotografias, sendo que a floração foi bem maior. Uma particularidade deste Dendrobium é que as flores duram apenas um dia, então é preciso estar atento, caso queira vê-las, fazer registros ou mesmo sentir o seu perfume, que é muito peculiar.
Essas são as fotos que mostram a última floração desta Laelia vandenbergiana (a qual também pode ser encontrada com a identificação de Schomburgkia vandenbergiana ou mesmo Schomburgkia rosea). Ano passado foi apenas uma haste floral em produção, mas com muita qualidade nas flores, proporcionando um verdadeiro espetáculo.