ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Polystachya
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quarta-feira, 1 de abril de 2026

476 - Orquídea: Polystachya pubescens

Hoje trago para vocês mais uma espécie de orquídea do gênero Polystachya! Esta é a Polystachya pubescens e foi adquirida recentemente, no início do ano passado e no final do mesmo já produziu sua primeira florada (foram cerca de 12 flores, em 2 pseudobulbos). Como se vê, as flores têm tamanho pequeno (como é mais um menos uma regra neste gênero), mas de uma coloração peculiar e detalhes que não passam despercebidos.

“Polystachya pubescens é uma orquídea epífita e ocasionalmente litófita, nativa da África do Sul. É uma planta de porte pequeno/médio, adaptada a um clima tropical/quente. Pode ser cultivada a um sombreamento de 70%, vegetando melhor em vasos de barro com casca de pinus e musgo (desde que o substrato permaneça bem drenado)”.

“As flores surgem de forma invertida, sendo exóticas em sua forma e medem cerca de 2 cm de diâmetro, em hastes eretas e por longa duração[i]”.

sábado, 18 de março de 2023

Polystachya Neobenthamia - flores 2023

Esta é uma bela orquídea terrestre (mas também aceita cultivo na forma epífita e rupícola), de floração incomum e muito elegante! Popularmente pode ser chamada de orquídea-buquê-de-noiva pelo fato de que as flores surgem no ápice da haste floral, na maneira arredondada. Aqui no cultivo é apenas a segunda floração dela, apesar de estar sempre em bom desenvolvimento e produzindo keikes.

Para saber mais, clique AQUI.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

43 - Polystachya estrellensis - 10 floradas consecutivas

Olá pessoal, hoje trazendo para vocês a 10ª florada desta incrível micro orquídea, a Polystachya estrellensis, que é uma espécie epífita. 
Está comigo desde 2008 e neste ano completa a sua 10ª florada, no período compreendido entre 2009 e 2022, tendo falhado com a floração nos anos de 2017, 2018, 2019 e 2020 (não sei afirmar ao certo, se por problemas na planta ou se por falha minha de não ter registrado). Nestes momentos de floração, produziu cápsulas de sementes em pelo menos 5 ocasiões.

“Trata-se de uma orquídea que pertence à subtribo: polystachyinae; tribo: epidendreae; subfamília: epidendroideae”.

“É um gênero de orquídea nativa da América tropical e subtropical e Ásia. Flores pequenas, agrupadas em espigas de forma piramidal na haste floral favorece uma vista agradável (...). Neste país nós temos duas ou três espécies pertencentes a este gênero, todas elas com pequenas flores verde-amarelado[i]”.

“Foram registradas, inicialmente, para Alagoas, três espécies de Polystachya, a saber: P. caespitosa Barb. Rodr. E P. estrellensis Reichbº. Fº; logo a seguir: P. concreta Garay et Sweet. Cerca de cinco anos após estas primeiras constatações, 1986, encontramos P. Hoehneana KRZL – de longa sobrevivência sobre ramos de arbustos, como salgueiro, por exemplo. À semelhança de Catasetum, essas espécies perdem as folhas periodicamente, mas, com satisfatório suprimento de água, não tarda a renovação das mesmas”. 

“É notável a reprodução de Polystachya estrellensis, em virtude da abundância de suas pequeninas cápsulas, dispersando infinidade de férteis sementes, que germinam sobre os vasos vizinhos, até nas vigas do ripado. Sua dispersão é vasta, no território alagoano, desde pontos mais elevados, 450/500 m, até nos tabuleiros (ouricurís etc.)”.

Curiosidade: “Tem sido possível acompanhar um deste exemplar que surgiu sobre uma grossa raiz de cajueiro, à altura do solo, meia sombra. O local (aquela raiz) em princípio nada favorável à reprodução de orquídeas[ii]

 
Abaixo veja o gráfico da quantidade de flores nos respectivos anos.

[i] Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Epidendroideae> Acesso em jun. de 2008.

[ii]PEREIRA, Luis de Araújo. Álbum das Orquídeas de Alagoas. – Maceió: IMA-AL/PETROBRÁS/TRIKEM/GRUPO JOÃO LYRA, 2000 (p. 259).

terça-feira, 11 de junho de 2019

256 - Orquídea: Polystachya Neobenthamia


O nome botanicamente aceito e atual é Polystachya neobenthamia (Schlechter, 1903). 
Neobenthamia gracilis Rolfe é considerado um sinônimo (sendo um nome antigo/anterior).
"É conhecida popularmente como ‘orquídea buquê de noiva’, sendo originária das montanhas Nguru e Cordilheira Uluguru, ambas localizadas no leste da Tanzânia, na África. Habita em altitudes entre 500 e 1.800 m, de forma predominantemente terrestre, em solos ricos em material em decomposição, podendo também ser encontrada vegetando de forma epífita, em árvores cobertas de musgo, ou ainda de forma rupícola, acomodada e fixada em rachaduras”.

“É uma planta que forma enormes touceiras, com longos caules que podem chegar perto de 2 m de altura, de onde brotam de forma pendente longas hastes florais de até 80 cm de comprimento, terminadas em um denso ramo de flores”.
“Apesar de ter flores pequenas, esta planta não entra na classificação de micro-orquídea. As flores têm em média 1,5 cm de diâmetro, com cor predominantemente branca e com labelo maculado de amarelo e pintalgado de cor púrpura. Tem um maravilhoso perfume suave, delicado e adocicado”.

Regras básicas para o cultivo:

· Sugiro cultivo em vaso fundo de plástico ou em canteiros adaptados dentro do jardim.
· Para ambos os casos, sugiro utilizar um substrato bem poroso, composto por partes iguais de casca de pinus, carvão vegetal, pedra brita e areia grossa. Se puder acrescentar um pouco de turfa, fica melhor ainda.
· Esta planta gosta de muita luminosidade. Sugiro cultivo com 30% de sombreamento.
· Suporta temperaturas entre 10 a 35 graus. Para um bom cultivo e indispensável protegê-la das geadas e baixas temperaturas.
· Assim como a Dendrobium nobile, também pode ser reproduzida pelo processo de estaquia. Recomendo.
· Agora, independentemente da forma de cultivo, temos que tomar muito cuidado com esta planta. Seus bulbos são extremamente frágeis e quebradiços. Se plantada no jardim, procure locais protegidos.
“Floresce normalmente entre o inverno e a primavera. Geralmente floresce mais de uma vez por ano, com suas magníficas ‘bolas’ de flores brancas e perfumadas. Cada floração dura em média 20 dias"[i].

Observação endógena: esta foi mais uma daquelas orquídeas que demoraram bastante para emitir a primeira floração, se bem que foi comprada muito pequena, algo em trono de 12 cm e atualmente já está com mais de 40 cm. De início, também, eu acabei me confundindo na identificação e só recentemente eu tive a certeza que se trava da Polystachya Neobenthamia, talvez por isso eu tenha cultivado a mesma sempre na condição de epífita, apesar de ser originalmente mais comum encontrá-la na forma terrestre ou rupícola.
Foram produzidas algumas hastes florais e logo depois da floração ela emitiu diversos keikes e novas raízes no decorrer da estrutura.

sábado, 31 de outubro de 2015

Polystachya estrellensis - flores 2015

Mais uma vez venho postar sobre esta micro orquídea de beleza singular. Esta Polystachya é de fácil cultivo e floresce regularmente todos os anos; outra curiosidade é a fecundação das flores que ocorre de maneira espontânea, sempre produzindo cápsulas de sementes.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Polystachya Estrellensis - flores 2014

Esta já é a nossa 3ª postagem sobre essa espécie de Polystachya (tendo sido uma em 2012 e outra em 2013); o que nos faz voltar a publicar sobre ela, dentre outros motivos, é o fato de estar obtendo cada vez mais, outros olhares, através das fotos de suas pequenas flores...
Trata-se de uma espécie de fácil cultivo e que pode - inclusive - ser cultivada fora do orquidário, amarrada em árvores, que se desenvolverá muito bem.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Polystachya estrellensis - umas flores 2013

Em 2012 eu publiquei sobre a Polystachya estrellensis (fotos de grandes cachos de pequenas flores); este ano elas floriram em menor quantidade (são duas plantas), mas eu pude captar melhores detalhes (acredito) de suas pequenas flores.
 
 
 
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

43 - Orquídea: Polystachya estrellensis

"É um gênero de orquídea nativa da América tropical e subtropical e Ásia. Flores pequenas, agrupadas em espigas de forma piramidal na haste floral favorece uma vista agradável. É comumente encontrado no sudeste do Brasil. Neste país nós temos 2 ou 3 espécies pertencentes a este gênero". 

"Foram registradas, inicialmente, para Alagoas, 3 espécies de Polystachya, a saber: P. caespitosa Barb. Rodr. E P. estrellensis Reichbº. Fº; logo a seguir: P. concreta Garay et Sweet. Cerca de 5 anos após estas primeiras constatações, 1986, encontramos P. Hoehneana KRZL – de longa sobrevivência sobre ramos de arbustos, como salgueiro. (...) essas espécies perdem as folhas periodicamente, mas, com satisfatório suprimento de água, não tarda a renovação das mesmas".
"É notável a reprodução de Polystachya estrellensis, em virtude da abundância de suas pequeninas cápsulas, dispersando infinidade de férteis sementes, que germinam sobre os vasos vizinhos, até nas vigas do ripado. Sua dispersão é vasta, no território alagoano, desde pontos mais elevados, 450/500 m, até nos tabuleiros" (Álbum das Orquídeas de Alagoas, 2000, p. 259).

Observação endógena: esta foi adquirida estando muito miúda e frágil; temia-se, portanto, até mesmo o seu fim; porém, acabou se recuperando bem e no decorrer desse tempo cresceu vagarosamente, mas com certa qualidade. Comumente exibe flores quantitativa e qualitativamente satisfatórias; um ramalhete com pequeninas flores, característica das micro.

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