terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Bc. maikai mayumi - flores no início de 2018

Este híbrido, Bc. maikai mayumi floresce até você dizer "chega"...! Brincadeira, na verdade é uma satisfação muito grande ter flores belas como essas praticamente o ano todo. No início deste ano, inclusive, eu precisei fazer um drástico corte na touceira que eu já tinha dela, mesmo assim, deixando apenas uma parte dela como matriz, ela continuou florindo como se nada tivesse ocorrido.
Taí, mais flores deste incrível híbrido neste início de 2018.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

305 - Orquídea: Cattleya intermedia var. alba

Autor: Graham ex. Hooker.
Data da publicação: 1828.

Sinônimos: 
Epidendrum intermedium; Epidendum canaliculatum; Cattleya maritima; Cattleya ovata, Cattleya amethystina; Cattleya lindleyana; Bletia lindleyana; Cattleya amabilis; Laelia Lindleyana; Cattleya gibeziae; Cattleya aquinii.

Origem: sul e sudeste do Brasil, Paraguai e Uruguai.
Habitat: epífita, ocasionalmente rupícola, em florestas tropicais úmidas.
Altitude: nível do mar a 400 m.
Quantidade de espécies neste gênero: cerca de 40.
Cultivo: como as outras Cattleyas, em sombrite de 60% a 70%, em uma mistura de musgo, cascas picadas e carvão moído e regas sempre que estiver completamente seca [1].

Observação endógena: eu adquiri esta orquídea através de uma singela troca com uma orquidófila de maceió/AL. Ao recebê-la fiz o replantio e percebi que ela se adaptou muito bem as condições aqui encontradas. Desenvolveu vários pseudobulbos e, no último, a formação de um botão floral; a flor esteve intacta por mais de uma quinzena.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Epidendrum cinnabarinum - flores 2017

"Epidendum cinnabarinum é uma espécie de orquídea terrestre. Foi descoberta pelo coletor alemão Philipp Salzmann na Bahia, próximo a Salvador. Salzmann sugeriu o epiteto latino cinnabarinum, vermelho vivo, em referência à coloração das flores da espécie, mas só foi efetivamente publicado por John Lindley em 1831".
"O Epidendrum cinnabarinum apresenta caules alongados de até 1 m de altura. as folhas são carnosas e firmes, verdes, lanceoladas, encontram-se distribuídas ao longo do caule, sobretudo na porção superior e medem até 2 cm por 10 cm. A inflorescência possui pedúnculo bastante longo, que geralmente iguala ou supera o comprimento do caule, o racemo é curto e geralmente carrega entre 5 a 15 flores. As flores apresentam coloração de vermelho-vivo a vermelho alaranjado, normalmente com o centro alaranjado. São relativamente grandes: o labelo mede 2 cm de largura entre os lobos laterias explanados, a coluna mede 1,5 cm de comprimento e ovário pedicelado de 3 cm de comprimento. O labelo, fortemente recortado ou franjado, é bastante característico da espécie".
"Encontra-se distribuída em quase todo o território brasileiro. Além da Bahia, existem registros para os Estados do Amazonas, Pará, Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso, Alagoas e também existe na Venezuela".
"É planta pouco exigente e de fácil cultivo em mistura de material orgânico e arenoso, bem drenado, tanto em grandes vasos como em canteiros sob pleno sol. Tolera temperaturas entre 2º e 40º C" [1].

Observação endógena: ela forma uma incrível touceira rapidamente e floresce praticamente o ano inteiro. No entanto, esta orquídea não tolera regas que venham a molhar suas folhas, especialmente se cultivada numa região de baixa umidade e clima quente e seco, cuja temperatura ambiente tende a diminuir lentamente mesmo com a chegada da noite, prova disso é que ano passado eu só não a perdi completamente porque havia feito mudas anteriores, por conta de regas impensadas.
[1]Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Epidendrum_cinnabarinum Acesso jul. 2018.

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