segunda-feira, 11 de novembro de 2019

271 - Orquídea: Rodriguezia decora


Origem: São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Guiana, Equador, Suriname e Venezuela;
Habitat: epífita em florestas úmidas e sombrias;
Altitude: 400 m a 1.700 m;
Floração: Outono;
Tamanho quando adulta: até 15 cm;
Tamanho da flor: 2 cm;
Quantidade de flores por haste: aproximadamente 30 flores.

"Quanto as folhas, elas são estreitas e pequenas (cerca de 15 cm) e opostas, saindo de pequenos pseudobulbos".
"O pendão floral tem em torno de 30 cm a 40 cm em exemplares mais velhos, repleto de pequenas flores coloridas. Essas flores têm entre 1,5 cm e 2 cm, duram cerca de 10 dias e se apresentam inseridas alternadamente na haste floral. Seu florescimento ocorre do outono ao inverno, constituindo grande atração no local de cultivo".
"Esta espécie se adequa em climas de vão desde os 15º C até os 35º C, necessitando de um sombreamento de 60%, seja em ripado, tela sombrite ou árvores"[i]

Observação endógena: formar uma coleção com diversos exemplares de orquídeas de um mesmo gênero, acredito que possa ser o desejo de muitos orquidófilos (profissionais ou amadores). Já imaginou ter diversas possibilidades de plantas distribuídas por gênero, como por exemplo: Cattleyas, Catasetums, Encyclias, Rodriguezias etc.? Além de se tratar de uma tarefa muito difícil, ainda tem o fato de que muitas vezes acabamos por ficar sem espaço suficiente, dada a diversidade de gêneros e espécies que venhamos a ter... No caso das Rodriguezias que eu tenho, são poucas plantas, mas já dá para falar de uma certa diversidade, observando que tenho a Rodriguezia venusta, a Rodriguezia bracteata, a Rodriguezia lanceolata e esta Rodriguezia decora, certamente uma das mais incríveis neste gênero (dentre tantas outras). 

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

384 - Orquídea: Aspasia variegata

Aspasia variegata. Lindley, 1836.
"Aspasia variegata é uma espécie de orquídea pertencente ao gênero Aspasia, comum em toda a bacia amazônica e entre os 200-300 m de altitude, especialmente no que se refere ao território boliviano. Pode ser encontrada em florestas abertas, tanto em tereno seco ou inundado, frequentemente em ramos das árvores sobre a água".
Sinônimos:
Aspasia interrupta (Hoffmanns, 1844);
Aspasia liturata (Link ex Rchb. f., 1855)[1].

Observação endógena: esta foi mais uma daqueles boas surpresas,  fruto de mais uma troca com a orquidófila e amiga, de Pilar/AL. Logo que emitiu este novo bulbo, já apresentou esta formação para flores (como se pode ver nas imagens). A flor tem toda essa beleza em pequenos detalhes e um labelo que se destaca bastante. Vale a pena o cultivo desta espécie de Aspasia!


[i] Disponível em: https://www.wikiwand.com/pt/Aspasia_variegata Acesso em set. 2019.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

LABELOS DE DIFERENTES CATTLEYAS LABIATAS (Espécies)

Diversos sites, livros e revistas sobre a temática, apresentam  sobre as principais funções  e características do labelo (na floração de uma orquídea); no caso das cattleyas labiatas isto não é diferente. Grosso modo, diz-se que o labelo é uma tépala* (pétala modificada), presente nas flores das orquídeas. A principal função do labelo é - certamente - atrair a atenção visual dos polinizadores (o que acaba também atraindo o nosso olhar), utilizando-se de diferentes 'subterfúgios', como a sua forma e as suas cores, ou simplesmente ser um guia ao polinizador, de forma que ele venha a esbarrar na antera e carregar as políneas, por meio de calos na sua superfície.

Variações dos labelos  das labiatas:

  • Anelata: apresenta na entrada do tubo um colorido em forma de anel;
  • Atro: colorido escuro do labelo, estendendo-se pela parte externa do tubo até a junção com pétalas e sépalas;
  • Íntegra: a mancha escura do lóbulo frontal estende-se pela parte interna do labelo penetrando no tubo;
  • Orlata: quando a mancha escura frontal estende-se pela sua orla superior;
  • Venosa: veias escuras entrecortando o colorido na base do labelo**.

Cattleya labiata semi-alba var. amoena.
____________________
* Em botânica, tépala é cada uma das peças florais que, não sendo pétala nem sépala, constituem o perianto de numerosas monocotiledôneas. Também pode ser definido como uma unidade ou seguimento dos periantos nos quais não estão claramente diferenciados a corola e o cálice, como na tulipa ou na cebola.

** Disponível em: João Paulo de Souza Fontes, "A Rainha do Nordeste Brasileiro". Edições Europa. 1989.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Denphal pink - flores 2018 e 2019

Como se pode ver através das fotografias, bem como pelos conhecimentos que se tem sobre a maioria das orquídeas deste gênero, o seu maior trunfo é a abundância na produção flores, as quais podem acontecer durante praticamente todo o ano (independentemente da estação climática) e, neste caso aqui, atravessou desde meados de 2018 até fins de 2019. Outra característica é que essas orquídeas emitem novas hastes florais em pseudobulbos que já floriram anteriormente, bem como nos bulbos mais jovens, o que faz com que a produção de flores tenda a evoluir e a ser crescente a cada ano.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

XXVIII ExpoAOBAL 2019 - algumas fotos

Algumas fotos da última Exposição de Orquídeas & Bromélias de Alagoas, a qual foi realizada nos últimos dias 4, 5 e 6 de outubro, na sede do Ibama, em Maceió - AL.
As fotos foram realizadas e gentilmente cedidas pela amiga e orquidófila Thaywane Cristina, a qual nós agradecemos a parceria.

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

366 - Orquídea: Trichocentrum fuscum

"Encontrada na região sudeste, sul da Bahia e alguns pontos da Amazônia".

"Gosta de lugares frescos e úmidos. É encontrada na natureza em grotas fundas e úmidas ou em matas ciliares bem protegidas da luz do sol".
"Aprecia lugares bem sombreados. Use, se puder, a sombrite 70%".

Características: "é uma planta epífita, pequena, com folhas lanceoladas, formando pequenas touceiras. Não possui pseudobulbos"'.
"Pode ser plantada em palitos de fibra de coco, em toquinhos de madeira, em sabugos de milho ou em vasos com fibra de coco. Se plantada em palito de fibra de coco ou em vasos, pode ser regada uma vez a cada dois dias. Se plantada em toquinhos de madeira ou sabugo de milho, deve ser regada duas vezes por dia".
"Por gostar de lugares úmidos e formar pequenas touceiras, pode ser atacada, principalmente por cochonilhas, que podem ser combatidas com qualquer inseticida piretróide. Suas principais doenças são causadas por fungos e podem ser prevenidas com a mistura de sulfato de cobre ao adubo, em doses pequenas. Para combate da doença já instalada, use fungicidas, facilmente encontrados em lojas de produtos agropecuários".

"Sua floração pode ser isolada ou em pequenos cachos com até 3 flores de 3 cm de diâmetro. Suas pétalas e sépalas são marrons com as bordas amarelas e o labelo é brando com estrias lilás. Floresce de novembro a janeiro"[i].


Observação endógena: adquirida através de uma troca realizada em 2018 e tem se adaptado muito bem, prova disso é esta primeira floração sob os meus cuidados. Foram apenas 2 flores, mas de uma beleza espetacular; atentem-se para este detalhe em controverso com a posição da flor; além desse labelo que se destaca bastante.
Está sendo cultivada num pequeno toquinho de madeira e demonstrando excelente adaptabilidade.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

XXVIII Exposição de Orquídeas & Bromélias de Alagoas - 2019

Olha aí galera, mais um cartaz alusivo a exposição de orquídeas e bromélias de Alagoas, isto é, a XXVIII Exposição de Orquídeas & Bromélias de Alagoas, a ser realizada nos dias 4, 5  e 6 de outubro do corrente ano, das 9h às 18h, na sede do IBAMA - Unidade Central de Alagoas, na capital Maceió.
Esta será a segunda exposição de orquídeas e bromélias deste ano.

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