terça-feira, 21 de maio de 2019

275 - Orquídea: Epidendrum híbrido rosa

Este é um Epidendrum híbrido incrível e de proporções avantajadas, desde a parte estrutural da planta, até a haste floral e o tamanho das suas flores. A planta está com cerca de 40 a 50 cm de comprimento e a maior haste floral, este ano, atingiu cerca de 1 m de comprimento. Foram dezenas de flores (grandes e resistentes) e o mais interessante é que elas abrem simultaneamente e permanecem assim por semanas, nesse formato circular (como uma bola de flores, mesmo), ao contrário da maioria dos epidendrums que abrem as flores de maneira sequencial (ao passo que as mais antigas vão murchando) e assim não se consegue ter este espetáculo visual.

E o mais importante nesta postagem: se alguém tiver uma dica de identificação, por favor, comente abaixo! Obrigado.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

54 - Orquídea: Epidendrum nocturnum - 10 floradas consecutivas

Esta é uma orquídea que foi adquirida em 2010, através de uma compra a uma orquidófila de Rio Largo-AL.
Mais uma das minhas orquídeas colecionáveis completou 10 floradas consecutivas no período compreendido entre setembro de 2011 e dezembro de 2018, conforme ilustrado no gráfico abaixo. O Epidendrum nocturnum é uma orquídeea incrível, de pseudobulbos apaixonantes e essas flores que brotam por diversas vezes (inclusive num mesmo pseudobulbo), sucessivamente no decorrer dos anos. Pode ser encontrada na forma epífita, rupícola ou terrestre; a minha está sendo cultivada de maneira epífita e já passou por diversos tipos de vasos, dentre eles o cachepot e o vaso de argila.
Como se pode ver, a quantidade de flores vem oscilando e atingiu o auge entre fins de 2013 e início de 2014, com 19 flores. Depois houve um decréscimo, muito por conta das mudanças climáticas e também por causa de pontuais mudanças de vaso e substrato, bem como retirada de cortes. Em todo esse período ela produziu cápsula de sementes em apenas um momento, que foi na sua primeira floração.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Denphal alba - flores 2017 e 2018

A última vez que eu havia postado aqui no site sobre este Dendrobium phalaenopsis (Denphal) foi apenas em 2015.
Estas fotos ora postadas abrangem a produção de flores em 2017 e em 2018, mas o auge de flores foi no ano passado (no período entre março e setembro de 2018), com quase 100 flores produzidas, 5 pseudobulbos e mais de uma dezena de hastes florais.
Haste; e uma flor em seu verso...!

terça-feira, 30 de abril de 2019

52 - Orquídea: Cattleya skinneri var. alba

"Trata-se de um gênero de plantas epífitas e crescimento simpodial, com habitat nas florestas tropicais da América Central e norte da América do Sul".
"O nome desta espécie é uma homenagem a George Ure Skinner, comerciante inglês radicado na Guatemala, que coletava e enviava plantas para a Europa".
"É uma planta originária do México, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Guatemala. Pode ser encontrada vegetando de forma epífita, fixada em grandes árvores de florestas úmidas, ou então de forma rupícola, fixada em falésias de granito, sempre em altitudes que variam de 500 m a 1500 m".
"Planta de porte médio com rizoma robusto e raízes velamentosas. Possui pseudobulbos bifoliados e em forma de cana, medindo até 30 cm de comprimento e com base estreita. No ápice suportam duas folhas grossas e elípticas".
"As inflorescências são racemosas e generosas. Hastes com aproximadamente 15 cm de comprimento, suportando até 15 flores belíssimas e suavemente perfumadas, que chegam a 9 cm de diâmetro. Quanto às cores, existem diversas variedades. A flor 'tipo' é de cor predominantemente rosa, com labelo em forma de corneta e de tonalidade um pouco mais escura que as pétalas e sépalas, e com um anel branco no meio. Porém, dependendo da tonalidade do rosa, ela pode ser classificada como: suave, suavíssima ou rósea; ou ainda quanto à cor, pode ser: alba, albescens, albo-oculata e coerulea, entre outras".
"Floresce no inverno e sua floração dura em torno de 20 dias".
"Pode ser cultivada fixada em casca ou tronco de árvores, ou então em vaso plástico ou caixeta de madeira, utilizando substrato confeccionado com partes iguais de casca de pinus, carvão vegetal e pedra brita. Não deixe as raízes encharcadas. Esta planta gosta e precisa de bastante umidade, mas sempre com boa drenagem da água. Suporta temperaturas entre 10 a 35 graus e aprecia sombreamento em torno de 50%. Proteja esta planta do frio intenso, nos dias mais rigorosos do inverno[1]".

Sinônimo: Guarianthe skinneri var. alba.

Observação endógena: esta é mais uma daquelas orquídeas que me fizeram testar a paciência e redobrar a atenção no cultivo, pois foram cerca de 5 anos de espera (desde a sua aquisição, quando já era adulta, até esta primeira florada, que ocorreu em fins do ano passado). No entanto, após sua floração constatei que toda a espera e todo o cuidado dispensado valeram a pena, já que se trata de uma orquídea incrível. Está em vaso de argila, forrado com argila expandida e substrato misto de casca de pinus, esfagno e carvão mineral.
[i] Disponível em: https://orquideasjph.wordpress.com/2016/11/16/guarianthe-skinneri/ Acesso mar. 2019.)

segunda-feira, 22 de abril de 2019

374 - Orquídea: Cattleya Labiata semi-alba var. 'amoena'

"Pétalas e sépalas são de um branco puro. O labelo também branco em seu fundo, mas apresentando a superfície do lobo anterior tingida por um leve colorido róseo ou róseo-cárneo, na forma de uma mancha uniforme, traços ou veios. A fauce é amarelada com veios longitudinais áureos”.

Observação: "a pronúncia do adjetivo latino amoena é amena, pois o ditongo latino ae tem pronúncia de e. O detalhe da var. amoena está no branco puro de suas peças florais. Existe uma discussão no sentido de que por causa da cor branco puro, talvez essa flor pudesse ser confundida com a variedade semi-alba. No entanto, precisa ser ressaltado de que a cor do labelo da var. semi-alba sempre deverá ser a cor purpúrea”[i].

Observação endógena: esta é uma orquídea cattleya labiata encontrada aqui na região de Palmeira dos Índios/AL e, dentre tantas outras avistadas por aqui e especialmente sobre as matrizes a que tive acesso, apenas esta apresentou floração incomum, demonstrando não ser apenas uma Cattleya labiata tipo (como o é a maioria), mas excepcionalmente uma variedade lindíssima.
Acho que não se pode falar muito sobre ela, basta apreciar esta incrível floração!
Enfim, agradeço ao amigo e orquidófilo Pedro, de Pernambuco, que me ajudou a identificá-la a partir dos seus contatos com tantos outros orquidófilos, especialmente de um grupo do Rio Grande do Sul, que se dedica ao estudo das labiatas.

[i] Disponível em: FEDERAÇÃO GAÚCHA DE ORQUIDÓFILOS - FGO; COMISSÃO TÉCNICA: Cattleya labiata e suas variedades. Classificação para fins de julgamento.
Disponível em: http://www.fgors.com.br/cattleya-labiata-e-suas-variedades/

segunda-feira, 15 de abril de 2019

XXVII ExpoAOBAL 2019 - algumas fotos


Nesta primeira edição (mais uma vez) eu não pude comparecer a Exposição de Orquídeas & Bromélias de Alagoas (ExpoAOBAL 2019), que ocorreu nos dias 12, 13 e 14 de abril, em Maceió/AL.

Porém, quem tem amigo tem tudo e Evandro Sá esteve na Exposição com a sua família e me repassou essas fotografias, as quais contam um pouco da história dessa primeira exposição do ano.

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