ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Outubro 2021

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Lc. Gold Digger 'Mandarin' - flores 2021

Olá pessoal!! Trazendo para vocês mais uma postagem sobre as florações desta bela cattleya híbrida, de flores predominantemente amarelas. 

Lc. Gold Digger 'mandarin' é uma orquídea de excelente cultivo, bastante precoce na produção de flores. Geralmente essas flores veem em grande quantidade, são relativamente grandes e chamativas. Este ano ela já floriu, salvo engano, por duas a três vezes.

Já há algum tempo está sendo cultivada em vaso de plástico, com substrato casca de pinus, carvão vegetal, fibra de coco e um pouco de esfagno.

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Orquídea: Vanilla columbiana/calyculata

Fotos registradas e cedidas por Décio Chiracava (algumas delas postadas nas suas redes sociais).

Vanilla columbiana/calyculata é uma espécie de orquídea terrestre e trepadeira. São plantas clorofiladas, de raízes aéreas, flores de cores pálidas (labelo trilobado com ápice recortado) e de grande robustez estrutural, portanto, o caule é comparativamente espesso e carnoso (a partir de informações colhidas na internet).
Observação: de hábito terrestre, podendo subir em árvores por conta de suas raízes aéreas (trepadeira).

Há alguns anos atrás, especificamente em 2015, em enviei algumas ramas de Vanilla (até então não identificadas) para um orquidófilo de São Paulo, o amigo e especialista no cultivo de vanillas, Décio Chiracava. E o intuito era justamente este: ter o aporte de uma pessoa muito competente no cultivo deste gênero de orquídeas, para que pudêssemos ter a sua identificação. Mas mesmo se tratando de um cultivo adequado, desenvolvido por uma pessoa capacitada, ela se fez de difícil e veio a florir apenas neste ano de 2021.
Eis que chegou até mim a notícia da produção dos seus primeiros botões florais e consequentemente a plenitude das suas flores. Décio me informou que se tratava-se nada mais nada do que Vanilla columbiana/calyculata, até o ano passado não havia registros desta espécie no Brasil. E por isso, o caro amigo lamentou que ela não tenha vindo a florir antes, justamente porque o primeiro registro dela - no Brasil - ocorreu o ano passado, no estado da Bahia. Se ela não fosse tão paciente esse registro poderia ter vindo para o estado de Alagoas, e por isso eu também lamentei um pouco.
Mas isso é o de menos, acho que o mais importante foi a confiança estabelecida entre mim e o orquidófilo paulista para, no mínimo, podermos acrescentar o nome desta espécie na lista de orquídeas encontradas em nosso querido estado de Alagoas.

Fotos: Décio Chiracava

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

GRUPO ORQUIDÓFILO DE GARANHUNS/PE VISITA O NOSSO ORQUIDÁRIO

No último sábado (dia 18/09), o nosso simples orquidário recebeu a ilustre visita de amigos e amigas do Grupo Orquidófilo de Garanhuns (GOG), do qual honrosamente fazemos parte.

Observando o capítulo V, do Estatuto Social, percebemos que a flor-símbolo do Grupo Orquidófilo de Garanhuns (GOG) é a espécie Brassavola tuberculata Hooker (1829).

Ainda de acordo com o Estatuto, o referido Grupo é uma entidade civil, cultural, preservacionista, técnica e científica, com o objetivo de reunir pessoas que tenham interesse por orquídeas, despertando e incentivando o espírito de cooperação entre os(as) associados(as), dentre outras importantes atribuições. De acordo com a coordenação do Grupo, o objetivo é formar um grupo permanente para dialogar e aprender cada vez mais sobre as orquídeas, tanto no que se refere ao cultivo, quanto aos habitats; bem como estabelecer um movimento orquidófilo no referido Município pernambucano e consequentemente na região.

Atualmente o grupo conta com 16 membros, residentes no município de Garanhuns e em outros municípios pernambucanos e também em Alagoas.

Brassavola tuberculata, a espécie-símbolo.

A visita ao nosso orquidário foi planejada pela coordenação do GOG, que é de responsabilidade dos Orquidófilos Pedro Henrique de Medeiros Balensifer e Kristiano Roberto da Silva. Na ocasião recebemos a visita de ambos, bem como dos demais membros, nomeadamente Carla Fabiana Ferreira, Wilka Barros e Dona Elanilze.

A programação ocorreu mais ou menos da seguinte forma: após receber os nossos convidados, fizemos um breve momento de diálogo, conversando sobre essa retomada de atividades extras presenciais, além dos momentos mensais (até então online) por conta dos protocolos da pandemia; chamando-se a atenção para a importância desse tipo de intercâmbio entre orquidófilos e pessoas que se interessem pelo cultivo de orquídeas e afins, renovamos o desejo de retomar as reuniões presenciais, manter o compartilhamento de informações e trocas de conhecimentos e estar aberto à chegada de novos membros, observando as diretrizes que norteiam o grupo.

Depois nos dirigimos para uma visita propriamente dita ao orquidário, com a troca de orquídeas, conversas e registros fotográficos. Por fim uma visita panorâmica à nossa cidade de Palmeira dos Índios, a partir do alto da Serra e Cristo do Goití. 

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Catasetum uncatum - flores 2021

Hoje trago mais algumas belas hastes florais deste Catasetum de flores esverdeadas, extremamente perfumadas e de grande abundância.
Trata-se de uma espécie genuinamente nordestina, especificamente associada ao estado de Pernambuco e que não ocorre em outros países, por isso, endêmica do Brasil.
Por aqui ela tem florescido abundantemente, todos os anos, em diversas hastes florais (às vezes partindo de um mesmo pseudobulbo, ou em mais de um deles).
A maioria das floras que ocorre são de flores masculinas e no histórico de cultivo, floriu apenas uma vez em flores masculinas e femininas, quase que em simultâneo.

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

139 - Orquídea: Beallara tahoma glacier

Olha só pessoal, hoje trago para a vocês apreciarem a primeira floração desta Beallara tahoma glacier, a qual foi adquirida em 2013 e produziu sua primeira flor neste ano de 2021, ou seja, oito anos depois.
Toda essa demora em florir se justifica, pessoal, porque esta é uma orquídea que aprecia clima intermediário, e aqui no Nordeste a temperatura é escaldante e a umidade é baixa.

Ela é um híbrido resultado do cruzamento entre "Miltassia Cartagena × Odontioda Alaskan Sunset - Híbrido intergenérico entre Brassia × Cochlioda ×  Miltonia ×  Oncidium Odontoglossum”.

Portanto, sendo de clima intermediário, apreciando luminosidade média, suporta bem 50% de luz solar incidente. A inflorescência surge de uma haste floral longa e ereta podendo chegar a mais de 50 cm, com várias flores muito vistosas (porém produziu apenas 1 flor).

O tamanho da flor é grande, podendo chegar a mais de 8 cm e costuma aparacer durante o verão brasileiro, mas pode florescer em outras épocas.

As flores não exalam cheiro algum, mas são muito duráveis, cerca de 20 dias.

O cultivo é considerado fácil, sem nenhuma exigência especial, bastando ser mantida em ambiente fresco e com substrato úmido, sem encharcar (devendo-se observar essa questão climática, pois poderá demorar a florir ou nunca vir florir)[i].


[i] Disponível em: <http://www.orquideasbrasil.com.br/728114/Beallara-Tahoma-Glacier> Acesso: abr. 2013.

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