segunda-feira, 29 de julho de 2019

Bc. maikai mayumi - flores 2019

Bc. Maikai mayumi é um dos mais incríveis híbridos, o qual qualifica e embeleza qualquer coleção de orquídeas, seja profissional ou caseira (vamos dizer assim). Além de ser resistente a diversas pragas (mais comuns em qualquer outro híbrido ou mesmo na maioria das espécies), se trata de uma planta que rapidamente forma touceira e o mais bacana: floresce muito, praticamente em qualquer época do ano, em lindos buquês coloridos e suavemente perfumados. Outra coisa, os botões florais também são muito bonitos porque há um pintalgado bem interessante, exatamente no verso das pétalas e sépalas.

terça-feira, 23 de julho de 2019

7 - Bicharada no Orquidário

Um pequeno inseto (por mim não identificado) no destacável labelo da Epicattleya René Marques 'Flame Thrower'.
Este é mais um diversificado registro em relação aos bichinhos (alguns inofensivos outros ofensivos para a boa harmonia no cultivo de orquídeas e bromélias) e que aparecem frequentemente no interior do orquidário ou no seu entorno. Desta vez temos pequenos insetos, tais como: formigas, abelha, vespa, libélula, borboleta e para variar, uma rã.
A última postagem sobre o registro da Bicharada "encontrada" no orquidário foi feito justamente em julho de 2017, há cerca de 2 anos atrás, veja AQUI.
Formiga visitando os botões florais do Epidendrum ballerina 'fireball'.
Rã buscando explorar as estruturas do orquidário.
Abelha arapuá adentrando a um labelo floral de Catasetum macrocarpum de outra variação.
Inseto (por mim não identificado) sobre uma folha de Cattleya híbrida.
Vespa na haste floral do Oncidium cebolleta.
Libélula no ápice de uma Papilionanthe teres.
Borboleta arisca em meio a estrutura de uma Potinara.
Formiga no labelo da Bc. maikai mayumi.
Outra formiga passeando sobre o botão floral da Cattleya walkeriana tipo.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

259 - Orquídea: Pholidota imbricata

Origem: sudeste asiático;
Clima: quente e úmido;
Luminosidade: de sombra à meia-sombra;
Regas: diárias;
Status ecológico: em risco de extinção na natureza.

Características: “é uma orquídea epífita, com pseudobulbos de cerca de 5 cm e folhas retinervadas entre 15 cm e 20 cm, verde-brilhantes”.

Tipo de substrato: “pode ser cultivada em placas, palitos de fibra de casca de coco ou em vasos, com uma mistura de fibra de casca de coco ou esfagno, com casca de pinho ou peroba”.

“É uma planta bem resistente a doenças, mas pode ser atacada por doenças fúngicas como a ferrugem. Use fungicida específico recomendado por um agrônomo. Os insetos que mais atacam essa orquídea são os pulgões, principalmente na fase de brotação. Um controle manual costuma ser o suficiente, mas se o ataque for intenso use detergente líquido diluído em água”.

Floração: “ocorre no fim do inverno e primavera. Emite uma haste floral de cerca de 20 cm, portando até 16 flores de 1,5 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-pálidas, quase brancas e com labelo de mesma cor e maculado de marrom[i]”.

Observação endógena: esta orquídea foi adquirida ainda pequena e por isso houve uma espera de pelo menos três anos até a sua primeira floração. Após a emissão da primeira haste floral ela não parou mais, logo, pode se considerar que sua floração já dura há pelo menos um ano, em sucessivas hastes florais que vão surgindo à medida que os pseudobulbos jovens se tornam um pouco robustos e em termos de estrutura, já forma uma touceira bastante atrativa.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Acianthera pubescens - flores 2019

Cá estou eu, galera, com mais uma postagem sobre esta peculiar orquídea, do gênero Acianthera. Pra quem gosta de uma orquídea compacta, pouco exigente e que floresce bastante, esta acianthera pubescens é fantástica! Outra coisa interessante é que ela consegue, quase que simultaneamente, produzir flores e emitir novos pseudobulbos.
Como se vê, esta minha planta já está se tornando uma touceira razoável.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Brassavola perrini - flores 2019

Depois de quase 3 anos sem postar sobre nenhuma floração deste incrível gênero, cá estou mais uma vez para deixar algumas fotografias da última floração desta Brassavola perrini, ocorrida este ano de 2019.
É verdade que não foram muitas flores, mas há de se considerá-las, por conta da beleza, da delicadeza e da particularidade desta espécie (desde a sua estrutura morfológica até a sua florada).
Trata-se de uma orquídea que deve ser cultivada preferencialmente em placas ou fixada em árvores (se você dispor delas em seu quintal), não que suas raízes exijam essa maneira de fixação e plantio, mas sua estrutura foliar sim, ficando assim mais elegante e facilitando o seu crescimento.

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