"Originária das florestas tropicais da Índia, Bangladesh e Vietnã, Rhynchostylis gigantea foi descrita pela primeira vez em 1896, por John Lindley e difere das vandas por causa do labelo unilobado; ela prospera em ambientes de alta umidade e com chuvas regulares, porém moderadas. Prefere umidade constante e demonstra certa tolerância à seca. Em cultivo doméstico, deve ser regada duas vezes por semana, garantindo que o substrato permaneça uniformemente úmido, mas não encharcado. Desenvolve-se melhor em condições de sol parcial, boa luz, porém indireta e apreciando bem a luz da manhã ou mesmo da tarde".
"O substrato, portanto, precisa ser bem arejado, com excelente drenagem e composto por casca de pinus, carvão e perlita, para uma melhor areação"[1]”.
Rhynchostylis tem origem no grego, descrevendo a morfologia da flor (Rhynchos = "bico", ou "chifre" e stylis ("estilete" ou "coluna").
Gigantea vem do latim e refere-se ao porte robusto e grande da planta (especialmente em comparação a outras espécies do mesmo gênero).
Esta orquídea às vezes recebe o nome de orquídea "Rabo-de-raposa-branca".
Ela orquídea foi adquirida em 2022 e produziu sua primeira floração no início deste ano, depois de ter tentado duas vezes antes e as hastes florais secaram sem que produzissem os botões. A floração iniciou no mês de janeiro e perdurou até fevereiro com uma produção de cerca de quinze flores. Está sendo cultivada em vaso de argila com substrato comum para orquídeas epífitas.
[1] Disponível: https://www.picturethisai.com/pt/care/Rhynchostylis_gigantea.html Acesso jan. de 2026.
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

Nenhum comentário:
Postar um comentário