ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Polystachya
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

43 - Polystachya estrellensis - 10 floradas consecutivas

Olá pessoal, hoje trazendo para vocês a 10ª florada desta incrível micro orquídea, a Polystachya estrellensis, que é uma espécie epífita. 
Está comigo desde 2008 e neste ano completa a sua 10ª florada, no período compreendido entre 2009 e 2022, tendo falhado com a floração nos anos de 2017, 2018, 2019 e 2020 (não sei afirmar ao certo, se por problemas na planta ou se por falha minha de não ter registrado). Nestes momentos de floração, produziu cápsulas de sementes em pelo menos 5 ocasiões.

“Trata-se de uma orquídea que pertence à subtribo: polystachyinae; tribo: epidendreae; subfamília: epidendroideae”.

“É um gênero de orquídea nativa da América tropical e subtropical e Ásia. Flores pequenas, agrupadas em espigas de forma piramidal na haste floral favorece uma vista agradável (...). Neste país nós temos duas ou três espécies pertencentes a este gênero, todas elas com pequenas flores verde-amarelado[i]”.

“Foram registradas, inicialmente, para Alagoas, três espécies de Polystachya, a saber: P. caespitosa Barb. Rodr. E P. estrellensis Reichbº. Fº; logo a seguir: P. concreta Garay et Sweet. Cerca de cinco anos após estas primeiras constatações, 1986, encontramos P. Hoehneana KRZL – de longa sobrevivência sobre ramos de arbustos, como salgueiro, por exemplo. À semelhança de Catasetum, essas espécies perdem as folhas periodicamente, mas, com satisfatório suprimento de água, não tarda a renovação das mesmas”. 

“É notável a reprodução de Polystachya estrellensis, em virtude da abundância de suas pequeninas cápsulas, dispersando infinidade de férteis sementes, que germinam sobre os vasos vizinhos, até nas vigas do ripado. Sua dispersão é vasta, no território alagoano, desde pontos mais elevados, 450/500 m, até nos tabuleiros (ouricurís etc.)”.

Curiosidade: “Tem sido possível acompanhar um deste exemplar que surgiu sobre uma grossa raiz de cajueiro, à altura do solo, meia sombra. O local (aquela raiz) em princípio nada favorável à reprodução de orquídeas[ii]

 
Abaixo veja o gráfico da quantidade de flores nos respectivos anos.

[i] Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Epidendroideae> Acesso em jun. de 2008.

[ii]PEREIRA, Luis de Araújo. Álbum das Orquídeas de Alagoas. – Maceió: IMA-AL/PETROBRÁS/TRIKEM/GRUPO JOÃO LYRA, 2000 (p. 259).

sábado, 31 de outubro de 2015

Polystachya estrellensis - flores 2015

Mais uma vez venho postar sobre esta micro orquídea de beleza singular. Esta Polystachya é de fácil cultivo e floresce regularmente todos os anos; outra curiosidade é a fecundação das flores que ocorre de maneira espontânea, sempre produzindo cápsulas de sementes.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Polystachya Estrellensis - flores 2014

Esta já é a nossa 3ª postagem sobre essa espécie de Polystachya (tendo sido uma em 2012 e outra em 2013); o que nos faz voltar a publicar sobre ela, dentre outros motivos, é o fato de estar obtendo cada vez mais, outros olhares, através das fotos de suas pequenas flores...
Trata-se de uma espécie de fácil cultivo e que pode - inclusive - ser cultivada fora do orquidário, amarrada em árvores, que se desenvolverá muito bem.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Polystachya estrellensis - umas flores 2013

Em 2012 eu publiquei sobre a Polystachya estrellensis (fotos de grandes cachos de pequenas flores); este ano elas floriram em menor quantidade (são duas plantas), mas eu pude captar melhores detalhes (acredito) de suas pequenas flores.
 
 
 
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

43 - Orquídea: Polystachya estrellensis

"É um gênero de orquídea nativa da América tropical e subtropical e Ásia. Flores pequenas, agrupadas em espigas de forma piramidal na haste floral favorece uma vista agradável. É comumente encontrado no sudeste do Brasil. Neste país nós temos 2 ou 3 espécies pertencentes a este gênero". 

"Foram registradas, inicialmente, para Alagoas, 3 espécies de Polystachya, a saber: P. caespitosa Barb. Rodr. E P. estrellensis Reichbº. Fº; logo a seguir: P. concreta Garay et Sweet. Cerca de 5 anos após estas primeiras constatações, 1986, encontramos P. Hoehneana KRZL – de longa sobrevivência sobre ramos de arbustos, como salgueiro. (...) essas espécies perdem as folhas periodicamente, mas, com satisfatório suprimento de água, não tarda a renovação das mesmas".
"É notável a reprodução de Polystachya estrellensis, em virtude da abundância de suas pequeninas cápsulas, dispersando infinidade de férteis sementes, que germinam sobre os vasos vizinhos, até nas vigas do ripado. Sua dispersão é vasta, no território alagoano, desde pontos mais elevados, 450/500 m, até nos tabuleiros" (Álbum das Orquídeas de Alagoas, 2000, p. 259).

Observação endógena: esta foi adquirida estando muito miúda e frágil; temia-se, portanto, até mesmo o seu fim; porém, acabou se recuperando bem e no decorrer desse tempo cresceu vagarosamente, mas com certa qualidade. Comumente exibe flores quantitativa e qualitativamente satisfatórias; um ramalhete com pequeninas flores, característica das micro.

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