ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Cápsulas
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

1 - Orquídeas e Mãos

Dimerandra emarginata.
Olá car@s amig@s que visitam o Orquídeas-Bromélias!
Trago aqui algumas fotos que fiz, quando no contato direto com flores e cápsulas de algumas orquídeas... Assim poderemos ter uma visão bem aproximada do tamanha dessas flores e cápsulas dos mais variados gêneros, só não é exata porque não dimensionamos o tamanho dessa(s) mão(s)...
Galeandra chapadensis.
Epidendrum secundum.
Trichocentrum caatingaense
Acianthera pectinata. 
Bc. Pastoral 'innocence'´.
Cápsulas de Epidendrum viviparum.
Potinara Burana Beauty 'Burana'.
Blc. waikiki gold 'Lea'.
Cattleya bicolor. E abaixo, o Epidendrum paniculatum.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Cápsulas de sementes, Orquídeas - parte 2

Em abril de 2013 publiquei uma postagem sobre cápsulas de sementes de orquídeas, a qual obteve bastante aceitação por parte dos leitores e amigos do blog; cerca de um ano depois publiquei especificamente sobre sementes de bromélias, no caso, uma Tillandsia aeranthos albo-bracteata.
Neste postagem trago algumas cápsulas de orquídeas que mostrei também na postagem anterior, bem como uma parcela de novidades, confira abaixo:
Cápsula do híbrido "Blc waikiki gold 'Lea' (antes e depois).
Cápsula de 'Cattleya labiata' (antes e depois, já rompida).
Cápsulas de 'Cyrtopodium flavum. 
As gigantes cápsulas de 'Catasetum macrocarpum' (antes e depois).
Cápsulas de 'Epidendrum campacci'.
Pequenas cápsulas de 'Ionopsis utriculariodes'.
Cápsula de 'Lockhartia hook lunífera' (antes e depois).
Cápsulas da orquídea terrestre 'Oeceoclades maculata'.
Dezenas de cápsulas de 'Polysthachya estrellensis'.

Cápsulas de 'Prostchechea abbreviata'.
Cápsulas de 'Schomburgkia rosea'.
Cápsula de uma espécie desconhecida de 'Vanilla' ( em algumas espécies se trata do único derivado de orquídea que é consumido comercialmente, é só lembrar da baunilha).

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Bromélia: sementes de Tillandsia



“A primeira descrição de uma Tillandsia que se tem notícia (Tillandsia utricularia), data do inicio do século XVII, e foi feita por Gaspard Bauhin. Mas foi apenas um século depois (1737) que o gênero Tillandsia surgiu na literatura, por Lineu. Ao longo dos anos e explorações da América do Sul, a família Bromeliaceae e o gênero Tillandsia tiveram o seu numero de espécies aumentado, atingindo mais de 3.000 mil espécies de Bromélias, incluindo cerca de 500 espécies de Tillandsias. Obviamente, esses números ainda são variáveis (...)” (BRAGA, 2012, não paginado).

“As bromélias podem ser propagadas de forma sexuada ou assexuada. O processo sexual envolve a formação de sementes, das quais podem ser obtidas grandes quantidades delas (...). Entretanto, a propagação sexuada de bromélias é demorada, pois apenas a maturação das sementes pode levar até 1 ano após a polinização, dependendo da espécie (...)” (STRINGHETA et al, 2005, p. 165-166)[1].

“As sementes das Tillandsias estão contidas em frutos chamados de cápsulas. Elas são relativamente pequenas e tem crista, o cabelo é que promove a propagação pelo vento (anemocoria) (...). As sementes das Tillandsias são muito resistentes à secagem e ao calor, mas as mudas são muito frágeis (...). O crescimento das mudas é muito lento no inicio, mas acelera-se progressivamente. São necessários alguns anos (de 4 a 10, dependendo da espécie) entre a germinação e a primeira floração. Nas Tillandsias o florescimento varia de acordo com a espécie. Geralmente as flores duram apenas alguns dias e até mesmo horas, como no caso da Tillandsia Dyeriana, mas isso é compensado pelo grande numero de flores, às vezes dezenas, que alternadamente se abrem na base da inflorescência até o seu final (raramente em outra direção). Como em todas as angiospermas, as flores brácteas servirão (para além de proteger os ovários) para atrair os agentes polinizadores, sem que os quais o ciclo não poderá continuar. No entanto, a lista de potenciais polinizadores é bastante diversificada nas Tillandsias: Beija-flores; Borboletas; Abelhas; Besouros; Morcegos; Mamíferos e o Vento” 
“A maioria das Tillandsias é autógamas, ou seja, elas podem se polinizar e ajudar, nesta tarefa, aos agentes polinizadores, com seu próprio pólen (fato conhecido como auto-polinização) (...). Existem também algumas espécies cleistógamas, que auto-polinizam as flores enquanto elas ainda estão fechadas. A maioria das espécies de Tillandsias pode produzir muitos brotos laterais, isso é chamado de propagação vegetativa ou assexuada. Na natureza, os brotos costumam permanecer presos à planta mãe e, eventualmente, cobrindo-a já morta” (BRAGA, 2012, não paginado)[2].
 
 
Este material alvo e leve (como algodão) e que envolve as minúsculas sementes é chamado de cabelo (anemocoria); responsável por fazer as sementes flutuarem no ar e irem a diferentes "lugares e espaços".
 

[1] STRINGHETA, Ângela Cristina Oliveira. Germinação de sementes e sobrevivência das plântulas de Tillandsia geminiflora Brongn, em diferentes substratos. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciAgron/article/viewFile/2138/1246 Acesso em abr. de 2014.
[2] BRAGA, Rômulo Cavalcanti. Descrição taxonômica das Tillandsias. Disponível em: http://pro.casa.abril.com.br/group/produtoresecolecionadoresdebromliaseorqudeas/forum/topics/descri-o-taxonomica-das-tillandsias Acesso abr.14.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cápsulas de sementes/ Orquídeas

Numa postagem anterior eu escrevia sobre os polinizadores naturais (borboletas, besouros, abelhas etc. vento, água) e sobre as flores (não orquídeas) que nasciam e cresciam pelo inverno, bem como aquelas mantidas por meio de jardins (ao redor da minha casa). As flores favoreciam a existência e permanência dos animais (polinizadores) próximos às orquídeas, logo a existência de cápsulas de sementes.
Silva (1986) nos diz que, em relação ao momento exato para se colher e fazer o plantio das minúsculas sementes de orquídeas advém com a experiência; observar constantemente a cápsula, principalmente quando apresenta fendas e se aproxima do seu amadurecimento.
O referido autor sinaliza ainda que “na natureza, elas germinam nas matas, quase sempre perto de outras plantas adultas (...). Uma cápsula pode conter cerca de 800 mil sementes e, em estado nativo, essas cápsulas são produzidas pelas abelhas que, ao procurarem sugar o mel das flores, levam no dorso o pólen, ocasionando assim, a fecundação das flores” (SILVA, 1986, p. 44)[1].
Depois de formadas e quando a cápsula se rompe, o veto leva as sementes para várias direções
   Brassavola perrini;
   Catasetum macrocarpum;
   Cattleya labiata;
   Dimerandra emerginata;
   Epidendrum camapcci;
   Epidendrum nocturnum;
   Encyclia osmantha (patens);
   Oeceoclades maculata;
   Oncidium cilliantum;
   Polystachya estrellensis;
   Schomburgkia crispa.
Polystachya estrellensis - cápsulas quase amadurecidas.
Depois de algum tempo só restam sementes de Dimerandra emarginata.
Rompida e as sementes foram levadas pelo vento - Epidendrum nocturnum.
Cattleya labiata.
Cápsulas jovens de Schomburgkia rosea.
Uma haste gigante com flores e sementes; Schomburgkia rosea.
Deixa-se gerar cápsulas com muita facilidade - Epidendrum campacci.
Primeiro ano que as Brassavolas tuberculata sustentam cápsulas.
Brassavola tuberculata.

[1] SILVA, Waldemar. Cultivo de Orquídeas no Brasil. 6. ed. São Paulo: Nobel, 1986.

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