Numa postagem anterior eu escrevia sobre os polinizadores
naturais (borboletas, besouros, abelhas etc. vento, água) e sobre as flores (não
orquídeas) que nasciam e cresciam pelo inverno, bem como aquelas mantidas por
meio de jardins (ao redor da minha casa). As flores favoreciam a existência
e permanência dos animais (polinizadores) próximos às orquídeas, logo a
existência de cápsulas de sementes.
Silva (1986) nos diz que, em relação ao momento exato para
se colher e fazer o plantio das minúsculas sementes de orquídeas advém com a
experiência; observar constantemente a cápsula, principalmente quando apresenta
fendas e se aproxima do seu amadurecimento.
O referido autor sinaliza ainda que “na natureza, elas
germinam nas matas, quase sempre perto de outras plantas adultas (...). Uma
cápsula pode conter cerca de 800 mil sementes e, em estado nativo, essas
cápsulas são produzidas pelas abelhas que, ao procurarem sugar o mel das
flores, levam no dorso o pólen, ocasionando assim, a fecundação das flores”
(SILVA, 1986, p. 44).
Depois de formadas e quando a cápsula se rompe, o veto
leva as sementes para várias direções
Brassavola
perrini;
Catasetum
macrocarpum;
Cattleya
labiata;
Dimerandra
emerginata;
Epidendrum
camapcci;
Epidendrum
nocturnum;
Encyclia
osmantha (patens);
Oeceoclades
maculata;
Oncidium
cilliantum;
Polystachya
estrellensis;
Schomburgkia
crispa.
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Polystachya estrellensis - cápsulas quase amadurecidas. |
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Depois de algum tempo só restam sementes de Dimerandra emarginata. |
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Rompida e as sementes foram levadas pelo vento - Epidendrum nocturnum. |
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Cattleya labiata. |
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Cápsulas jovens de Schomburgkia rosea. |
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Uma haste gigante com flores e sementes; Schomburgkia rosea. |
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Deixa-se gerar cápsulas com muita facilidade - Epidendrum campacci. |
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Primeiro ano que as Brassavolas tuberculata sustentam cápsulas. |
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Brassavola tuberculata. |