ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Xylobium
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domingo, 5 de maio de 2024

Xylobium variegatum - flores 2024

Esta é a segunda floração deste Xylobium e desta vez produziu cerca de uma dúzia de flores, uma floração e formação muito bonita. Desde que a adquiri, estou cultivando em substrato para epífitas, em vaso de plástico, transparente. Assim, como na última floração, ela produziu cápsulas de sementes (pelo menos três).

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

429 - Orquídea: Xylobium variegatum

“Originalmente esta planta foi descrita em 1798 pelos botânicos espanhóis Hipólito Ruiz López e José Antonio Pavón Jiménez (Ruiz & Pavon), com o nome de Maxillaria variegata. A nova classificação, como Xylobium, foi feita em 1961, pelos botânicos americanos Leslie Andrew Garay (1924–2016) e Galfrid Clement Keyworth Dunsterville (1905–1988)”.

Sinonímia: Cyrtopera scabrilinquis; Dendrobium carnosum; Dendrobium squalens; Dendrobium variegatum; Maxillaria scabrilinguis; Maxillaria supina; Maxillaria variegata; Xylobium carnosum; Xylobium houttei; Xylobium scabrilingue; Xylobium supinum; Xylobium taffinii Mackoy; Xylobium truxillense e Xylobium squalens.

“O nome desta espécie, variegatum, deriva do latim, variego, que significa “variado”, em referência à grande variedade de cores e tonalidades de suas flores. Esta planta é originária da América Central e América do Sul, mais especificamente da extensa área que vai desde a Costa Rica até o estado do Paraná, na região sul do Brasil. Planta epífita que vegeta em florestas de montanhas úmidas e sombrias, sempre em altitudes que variam de 600 a 2000 m. Esta orquídea prefere troncos de árvores mortas e em estado inicial de decomposição. No Brasil o principal habitat desta planta é a Mata Atlântica”.

“Planta de grande porte e crescimento simpodial que forma lindas touceiras. Rizoma robusto, com raízes cobertas de tecido velame. Possui grandes pseudobulbos de formato ovoide, lisos quando novos e sulcados após alguns anos. Cada um destes bulbos suporta 2 ou 3 grandes, largas e finas folhas”.

“A inflorescência e curta e compacta. Hastes de aproximadamente 10 cm de comprimento que brotam da base dos pseudobulbos, suportando entre 6 e 12 flores de diâmetro entre 1,5 e 2,0 cm aproximadamente. Muito pequenas em relação ao tamanho da planta, mas que abrem muito próximas uma das outras formando uma linda “bola” de flores. As cores destas flores variam muito. Sépalas e pétalas vão do creme até o rosado com nuances de marrom. O labelo mantém esta coloração mas com detalhes normalmente em vermelho e amarelo”.

  • Pode ser cultivado em cascas ou troncos de árvores, vasos plásticos ou caixetas de madeira. Nestes últimos casos usar um substrato confeccionado com mistura de casca de pinus, esfagno e carvão vegetal. Se tiver um pouco de turfa pode também acrescentar na “mistura”;
  • Recomendo ainda cultivo com muita umidade, rápida drenagem e boa ventilação. Diminua um pouco a periodicidade e o volume das regas no inverno.

"Gosta de 60% de sombreamento e suporta bem a grandes variações de temperaturas. Pode ser cultivada entre 5 e 40 graus. Proteja a planta da incidência de raios solares diretos"[i].

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

179 - Orquídea: Xylobium Foveatum



“Xylobium é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas. O gênero Xylobium foi proposto por John Lindley em 1825 (...). O nome vem do grego xylon, madeira ou mata, e bios, vida, indicando que essas plantas vivem nas matas ou sobre madeira. Este gênero agrupa cerca de 30 espécies de crescimento cespitoso; epífitas, ou terrestres e humícolas, ocasionalmente rupícolas, de porte e aspecto variáveis, distribuídas em ampla região, que vai do México ao sul do Brasil (...)”.
“Apresentam pseudobulbos robustos em regra alongados ou fusiformes, de seção redonda ou elipsóides separados por curtíssimo rizoma, em regra portando 1 ou 2 folhas grandes, com nervuras salientes pelo verso, atenuadas para a base (...). A inflorescência é racemosa, relativamente curta, horizontal ou semi ereta, raramente pendente (...). Pode ter poucas ou muitas flores alvacentas, avermelhadas ou pintalgadas, de muito pequenas a médias. As flores apresentam sépalas parecidas entre si, porém a dorsal algo mais estreita, as laterais concrescidas na base, formando pequeno mento com o pé da coluna. Pétalas similares às sépalas porém um pouco menores. Labelo articulado com o pé da coluna, trilobado, com lobos laterais erguidos, e mediano carnoso e caloso em sentido longitudinal. Coluna ereta, mais grossa na base, com pé proeminente e antera apical, com 2 pares de polínias cerosas[i]”. 
A continuação do nome: foveatum (significa) com cova


[i] Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Xylobium> Acesso em jun. de 2013.
Encontrada em “Jamaica, México, Belize, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e no Brasil, é orquídea epífita de tamanho médio; em altitudes de até 100-1.800 m. (...); gosta de sombra densa”.
Sinônimos:“Maxillaria concava Lindley 1844; Maxillaria foveata Lindley 1839; Maxillaria stachyobiorum Rchb.f 1852; Xylobium concavum (Lindl.) Hemsl. 1884; Xylobium ecuadorense Rolfe 1913; Xylobium filomenoi Schlechter 1921; Xylobium stachyobiorum Hemsl. 1883[i]”.

Observação endógena: o que dizer desta orquídea? Uma maravilhosa surpresa! Ver sua florada de pertinho foi uma sensação incrível, por causa da beleza das flores e da maneira como elas se formam, se abrem e perfumam o ambiente "calmamente"! Eu a adquiri em junho do ano passado, através de uma permuta com uma orquidófila de Rondônia. E pouco mais de 1 ano depois, em julho deste ano, ela iniciou esta floração incrível: 12 flores de perfume inédito, para meu olfato; elas duraram pouco mais de 7 dias, mas de muito proveito, pois também, proporcionou fazer fotos muito boas (acredito).
 
 
 

[i] Disponível em: <http://www.orchidspecies.com/xylofoveatum.htm> Acesso em jun. de 2013.

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