"As
formigas podem ser benéficas, maléficas ou inertes às orquídeas.
Algumas espécies de orquídeas se associam a formigas dando-lhes
abrigo, em seus pseudobulbos ocos, em troca de proteção contra os
predadores. Dois gêneros tropicais, Caularthron
e Myrmecophila,
têm entrada na base do pseudobulbo para prover moradia às
formigas”.“As formigas com efeito maléfico são as açucareiras,
que criam verdadeiras fazendas de cochonilhas e pulgões sugadores de
seiva. Elas carregam e protegem estas pragas pois elas produzem um
excremento adocicado, que é aproveitado pelas formigas. Portanto,
quando observar formigas em orquídeas, deve-se procurar por estas
pragas, nas folhas, brotos e raízes. Nestes casos, a eliminação
das formigas, impede a propagação da praga de uma planta a outra,
mas a praga também deverá ser combatida com inseticidas
específicos. É sempre bom verificar o que elas estão aprontando
(...)[1]”.
Observação
endógena: no meu ‘orquidário’ há certamente dezenas de formigas
e de várias características: desde as miudinhas até as maiores. Percebo que
nenhuma delas afeta o desenvolvimento das orquídeas; há umas muito pequenas que
passam o tempo todo ‘se alimentando’ sobre os novos brotos e as novas hastes
florais. Na verdade, elas exploram toda a orquídea! Essas pequenas picam bastante. A formigas maiores usam alguns orquídeas para se refugiarem, bem como para caçar suas presas.
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2 formigas 'caçam' sobre os talos das flores desta Brassavola tuberculata - no alto de um pé de ficus. |
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Formiga de ocorrência pouco comum, sobre o labelo desta Blc. waikiki gold 'lea'. |
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Uma se aventura sobre um tapete colorido, ofertado pela Denphal ekapol. |
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Descendo sobre a haste - com flores femininas - deste macrocarpum. |
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Numa ponte entre a bela flor e a estrutura, nesta Brassavola tuberculata. |