ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Humícolas
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quarta-feira, 21 de maio de 2025

Cattleya bicolor - floração de 2025

Olha aí pessoal, apenas uma flor produzida por esta Cattleya bicolor neste início de 2025. Mas também não precisa ser muitas flores, apenas uma já é mais que suficiente para expressarmos: vale a pena!

A flor, como sempre, muito bela, com cores fortes e contornos perfeitos!

domingo, 5 de maio de 2024

Xylobium variegatum - flores 2024

Esta é a segunda floração deste Xylobium e desta vez produziu cerca de uma dúzia de flores, uma floração e formação muito bonita. Desde que a adquiri, estou cultivando em substrato para epífitas, em vaso de plástico, transparente. Assim, como na última floração, ela produziu cápsulas de sementes (pelo menos três).

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

429 - Orquídea: Xylobium variegatum

“Originalmente esta planta foi descrita em 1798 pelos botânicos espanhóis Hipólito Ruiz López e José Antonio Pavón Jiménez (Ruiz & Pavon), com o nome de Maxillaria variegata. A nova classificação, como Xylobium, foi feita em 1961, pelos botânicos americanos Leslie Andrew Garay (1924–2016) e Galfrid Clement Keyworth Dunsterville (1905–1988)”.

Sinonímia: Cyrtopera scabrilinquis; Dendrobium carnosum; Dendrobium squalens; Dendrobium variegatum; Maxillaria scabrilinguis; Maxillaria supina; Maxillaria variegata; Xylobium carnosum; Xylobium houttei; Xylobium scabrilingue; Xylobium supinum; Xylobium taffinii Mackoy; Xylobium truxillense e Xylobium squalens.

“O nome desta espécie, variegatum, deriva do latim, variego, que significa “variado”, em referência à grande variedade de cores e tonalidades de suas flores. Esta planta é originária da América Central e América do Sul, mais especificamente da extensa área que vai desde a Costa Rica até o estado do Paraná, na região sul do Brasil. Planta epífita que vegeta em florestas de montanhas úmidas e sombrias, sempre em altitudes que variam de 600 a 2000 m. Esta orquídea prefere troncos de árvores mortas e em estado inicial de decomposição. No Brasil o principal habitat desta planta é a Mata Atlântica”.

“Planta de grande porte e crescimento simpodial que forma lindas touceiras. Rizoma robusto, com raízes cobertas de tecido velame. Possui grandes pseudobulbos de formato ovoide, lisos quando novos e sulcados após alguns anos. Cada um destes bulbos suporta 2 ou 3 grandes, largas e finas folhas”.

“A inflorescência e curta e compacta. Hastes de aproximadamente 10 cm de comprimento que brotam da base dos pseudobulbos, suportando entre 6 e 12 flores de diâmetro entre 1,5 e 2,0 cm aproximadamente. Muito pequenas em relação ao tamanho da planta, mas que abrem muito próximas uma das outras formando uma linda “bola” de flores. As cores destas flores variam muito. Sépalas e pétalas vão do creme até o rosado com nuances de marrom. O labelo mantém esta coloração mas com detalhes normalmente em vermelho e amarelo”.

  • Pode ser cultivado em cascas ou troncos de árvores, vasos plásticos ou caixetas de madeira. Nestes últimos casos usar um substrato confeccionado com mistura de casca de pinus, esfagno e carvão vegetal. Se tiver um pouco de turfa pode também acrescentar na “mistura”;
  • Recomendo ainda cultivo com muita umidade, rápida drenagem e boa ventilação. Diminua um pouco a periodicidade e o volume das regas no inverno.

"Gosta de 60% de sombreamento e suporta bem a grandes variações de temperaturas. Pode ser cultivada entre 5 e 40 graus. Proteja a planta da incidência de raios solares diretos"[i].

terça-feira, 16 de maio de 2023

Cattleya bicolor - flores neste início de 2023

Como se pode ver as flores são muito semelhantes a todas aquelas ocorridas em floradas anteriores, isso porque esta é uma espécie que mantém um padrão incrível. Este início de ano ela produziu duas flores, uma em cada pseudobulbo. Está sendo cultivada em vaso de argila, com substrato típico para orquídeas epífitas. A pequena quantidade de flores deve-se, provavelmente, a inconsistências climáticas, algumas falhas, ainda, no manejo de cultivo, mas também por ter sido dividida (a touceira) há algum tempo atrás.

sábado, 18 de março de 2023

Neobenthamia gracilis - flores 2023

Esta é uma bela orquídea terrestre (mas também aceita cultivo na forma epífita), de floração incomum e muito elegante! Popularmente pode ser chamada de orquídea-buquê-de-noiva por conta da maneira como as flores surgem no ápice da haste floral, na maneira arredondada. Aqui no cultivo é apenas a segunda floração dela, apesar de estar sempre em bom desenvolvimento e produzindo keikes.

Para saber mais, clique AQUI.

terça-feira, 11 de junho de 2019

256 - Orquídea: Neobenthamia gracilis


"Neobenthamia gracilis é conhecida popularmente como ‘orquídea buquê de noiva’. Por se tratar de uma planta totalmente fora dos padrões habituais das orquídeas, este gênero possui apenas uma espécie, a gracilis”.
“É originária das montanhas Nguru e Cordilheira Uluguru, ambas localizadas no leste da Tanzânia, na África. Habita em altitudes entre 500 e 1.800 m, de forma predominantemente terrestre, em solos ricos em material em decomposição, podendo também ser encontrada vegetando de forma epífita, em árvores cobertas de musgo, ou ainda de forma rupícola, acomodada e fixada em rachaduras”.
“O nome deste gênero, Neobenthamia, é uma homenagem ao renomado botânico inglês George Bentham. O prefixo deriva do grego: neos, que significa ‘novo’, por se tratar de uma segunda homenagem a esta pessoa. Já o nome da espécie deriva do latim, gracilis, que significa ‘delgado’, em referência ao longo e fino caule desta espécie”.

Nomes anteriores:

Polystachya holtzeana;
Polystachya neobenthamia.

“É uma planta que forma enormes touceiras, com longos caules que podem chegar perto de 2 m de altura, de onde brotam de forma pendente longas hastes florais de até 80 cm de comprimento, terminadas em um denso ramo de flores”.
“Apesar de ter flores pequenas, esta planta não entra na classificação de micro-orquídea. As flores têm em média 1,5 cm de diâmetro, com cor predominantemente branca e com labelo maculado de amarelo e pintalgado de cor púrpura. Tem um maravilhoso perfume suave, delicado e adocicado”.

Regras básicas para o cultivo:

· Sugiro cultivo em vaso fundo de plástico ou em canteiros adaptados dentro do jardim.
· Para ambos os casos, sugiro utilizar um substrato bem poroso, composto por partes iguais de casca de pinus, carvão vegetal, pedra brita e areia grossa. Se puder acrescentar um pouco de turfa, fica melhor ainda.
· Esta planta gosta de muita luminosidade. Sugiro cultivo com 30% de sombreamento.
· Suporta temperaturas entre 10 a 35 graus. Para um bom cultivo e indispensável protegê-la das geadas e baixas temperaturas.
· Assim como a Dendrobium nobile, a Neobenthamia gracilis também pode ser reproduzida pelo processo de estaquia. Recomendo.
· Agora, independentemente da forma de cultivo, temos que tomar muito cuidado com esta planta. Seus bulbos são extremamente frágeis e quebradiços. Se plantada no jardim, procure locais protegidos.
“Floresce normalmente entre o inverno e a primavera. Geralmente floresce mais de uma vez por ano, com suas magníficas ‘bolas’ de flores brancas e perfumadas. Cada floração dura em média 20 dias"[i].

Observação endógena: esta foi mais uma daquelas orquídeas que demoraram bastante para emitir a primeira floração, sem bem que foi comprada muito pequena, algo em trono de 12 cm e atualmente já está com mais de 40 cm. De início, também, eu acabei me confundindo na identificação e só recentemente eu tive a certeza que se trava da Neobenthamia, talvez por isso eu tenha cultivado a mesma sempre na condição de epífita, apesar de ser originalmente mais comum encontrá-la na forma terrestre ou rupícola.
Foram produzidas várias hastes florais e logo depois da floração esta orquídea emitiu diversos keikes e novas raízes no decorrer da estrutura.

sábado, 16 de março de 2019

Cattleya bicolor - flores 2019

Esta foi uma incrível florada desta Cattleya bicolor, ocorrida no início deste ano; foram 2 pseudobulbos simultaneamente em floração, cada um com 2 belas flores.
Cattleya bicolor pode ser encontrada (na natureza) na forma de epífita, rupícola, terrestre ou humícola (vivem sobre matéria em decomposição); apreciam boa luminosidade, seus pseudobulbos podem atingir mais de 1 m de comprimento.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Cattleya bicolor - flor em 2016

A última postagem sobre esta Cattleya bicolor ocorreu em março de 2015.
O que se pode falar é que foi apenas uma bela flor (mais uma vez) que desabrochou no primeiro mês de 2016.

terça-feira, 24 de março de 2015

143 - Orquídea: Cattleya bicolor


Sinonímia:Epidendrum bicolor, Cattleya measuresiana, Epidendrum iridae, Cattleya dupontii”.
Origem: “São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo”.
Habitat: “Mata Atlântica e matas ciliares nos cerrados; epífita ou rupícola, dependendo do habitat. Atinge a fase adulta em 2 ou 3 anos. Quando adulta, muitas vezes torna-se planta alta, podendo em alguns casos chegar a quase 1 m de altura”.
Clima: “subtropical. É planta de fácil cultivo e crescimento relativamente rápido, quando cultivada em ambiente com umidade atmosférica alta e boa iluminação (...)”.
Luminosidade: “média, em torno de 50% de luz solar incidente”.
Inflorescência: “mediana na altura, com cacho composto de muitas flores nas plantas vigorosas”.
Tamanho das flores: “flores médias dentro do gênero Cattleya, por volta de 10 cm de diâmetro”.
Época de floração: “verão”.
Odor: “suave”.
Duração das flores: “flores duráveis, 20 a 30 dias”.
Observação: “Essa espécie possui muitas variações de cor, com pétalas variando desde verdes até marrom avermelhado intenso, maculadas ou não com pintas atropurpúreas. Labelo também variável, entre tons de rosa até ametista forte[i]”.

Observação endógena: esta bela Cattleya foi adquirida de Santa Catarina. Desde a sua chegada (em 2013) ela vem se desenvolvendo, especialmente no que diz respeito a formação de bulbos, sendo esta a primeira florada. Uma flor de composição elegante, de pátalas e sépalas mais rijas do que costumamos ver na maioria das Cattleyas.

[i] Disponível em: <http://www.orquideasbrasil.com.br/423311/Cattleya-bicolor>: Acesso em mai. de 2013.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

179 - Orquídea: Xylobium Foveatum



“Xylobium é um gênero botânico pertencente à família das orquídeas. O gênero Xylobium foi proposto por John Lindley em 1825 (...). O nome vem do grego xylon, madeira ou mata, e bios, vida, indicando que essas plantas vivem nas matas ou sobre madeira. Este gênero agrupa cerca de 30 espécies de crescimento cespitoso; epífitas, ou terrestres e humícolas, ocasionalmente rupícolas, de porte e aspecto variáveis, distribuídas em ampla região, que vai do México ao sul do Brasil (...)”.
“Apresentam pseudobulbos robustos em regra alongados ou fusiformes, de seção redonda ou elipsóides separados por curtíssimo rizoma, em regra portando 1 ou 2 folhas grandes, com nervuras salientes pelo verso, atenuadas para a base (...). A inflorescência é racemosa, relativamente curta, horizontal ou semi ereta, raramente pendente (...). Pode ter poucas ou muitas flores alvacentas, avermelhadas ou pintalgadas, de muito pequenas a médias. As flores apresentam sépalas parecidas entre si, porém a dorsal algo mais estreita, as laterais concrescidas na base, formando pequeno mento com o pé da coluna. Pétalas similares às sépalas porém um pouco menores. Labelo articulado com o pé da coluna, trilobado, com lobos laterais erguidos, e mediano carnoso e caloso em sentido longitudinal. Coluna ereta, mais grossa na base, com pé proeminente e antera apical, com 2 pares de polínias cerosas[i]”. 
A continuação do nome: foveatum (significa) com cova


[i] Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Xylobium> Acesso em jun. de 2013.
Encontrada em “Jamaica, México, Belize, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e no Brasil, é orquídea epífita de tamanho médio; em altitudes de até 100-1.800 m. (...); gosta de sombra densa”.
Sinônimos:“Maxillaria concava Lindley 1844; Maxillaria foveata Lindley 1839; Maxillaria stachyobiorum Rchb.f 1852; Xylobium concavum (Lindl.) Hemsl. 1884; Xylobium ecuadorense Rolfe 1913; Xylobium filomenoi Schlechter 1921; Xylobium stachyobiorum Hemsl. 1883[i]”.

Observação endógena: o que dizer desta orquídea? Uma maravilhosa surpresa! Ver sua florada de pertinho foi uma sensação incrível, por causa da beleza das flores e da maneira como elas se formam, se abrem e perfumam o ambiente "calmamente"! Eu a adquiri em junho do ano passado, através de uma permuta com uma orquidófila de Rondônia. E pouco mais de 1 ano depois, em julho deste ano, ela iniciou esta floração incrível: 12 flores de perfume inédito, para meu olfato; elas duraram pouco mais de 7 dias, mas de muito proveito, pois também, proporcionou fazer fotos muito boas (acredito).
 
 
 

[i] Disponível em: <http://www.orchidspecies.com/xylofoveatum.htm> Acesso em jun. de 2013.

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