ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS: Galeandra
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

331 - Orquídea: Galeandra schunkii

“Orquídea epífita de médio porte que pode alcançar até 30 cm (o mais normal é de até 20 cm), sendo encontrada na Serra do Castelo/ES, em floresta ombrófila nas altitudes entre 200 e 800 m, onde o clima costuma variar bastante do quente para o frio. Floresce no inverno (com flores de 4 a 5 cm). Deve ser plantada em troncos de madeira ou vaso de plástico com substrato de pau podre. A drenagem tem que ser muito eficiente, pois esta planta costuma entrar em dormência em certas épocas do ano, e se houver água em excesso poderá apodrecer. Precisa de bastante luminosidade e pouca umidade. Adubação pode ser constante, sendo uma vez por semana e rega diária ou a cada dois dias, diminuindo a intensidade durante o período de hibernação. É uma planta de difícil cultivo[i]”.

Observação endógena: eu comprei esta galeandra de um orquidófilo do Estado de Pernambuco, que a descrevia como Galeandra vinho. Após sua floração começou aquela velha busca por informações, sobre a sua real identificação e, contando com a ajuda de amigos(as), nos pareceu mais adequado o nome de Galeandra schunkii. Esta primeira floração ocorreu entre julho a novembro, em apenas 1 pseudobulbo, totalizando 8 flores, que vieram na sequência 3+2+3.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

1 - Orquídeas e Mãos

Dimerandra emarginata.
Olá car@s amig@s que visitam o Orquídeas-Bromélias!
Trago aqui algumas fotos que fiz, quando no contato direto com flores e cápsulas de algumas orquídeas... Assim poderemos ter uma visão bem aproximada do tamanha dessas flores e cápsulas dos mais variados gêneros, só não é exata porque não dimensionamos o tamanho dessa(s) mão(s)...
Galeandra chapadensis.
Epidendrum secundum.
Trichocentrum caatingaense
Acianthera pectinata. 
Bc. Pastoral 'innocence'´.
Cápsulas de Epidendrum viviparum.
Potinara Burana Beauty 'Burana'.
Blc. waikiki gold 'Lea'.
Cattleya bicolor. E abaixo, o Epidendrum paniculatum.

quinta-feira, 13 de março de 2014

134 - Orquídea: Galeandra chapadensis


“(...) descoberta no Planalto Central Brasileiro, mais propriamente na Chapada dos Veadeiros, no norte do Estado de Goiás (...). Sua antera e também o conjunto formado pelo retináculo, caudículo e polínias são mais curtos e largos que as partes correspondentes a Galeandra curvifolia Barb. Rodr”.

Descrição: “planta epífita, cespitosa com pseudobulbos fusiformes, atingindo até 13 cm de comprimento por 1,5 cm de diâmetro na sua parte mais larga; inicialmente foliados e depois cobertos por restos de bainhas foliáceas (...)” (continua na nota de rodapé[1]).

Distribuição: “Goiás, na Chapada dos Veadeiros, próximo à cidade de Alto Paraíso de Goiás”.

Floração: “verão brasileiro”.

Habitat: “matas ralas de cerrado do Planalto Central, em altitudes superiores a 900 m”.

Etimologia: “trata-se de uma referência ao local de origem da espécie, a Chapada dos Veadeiros[2]”.


Observação endógena: antes de falar qualquer coisa, gostaria de sinalizar que esta orquídea é incrível na sequência de suas flores. Eu a adquiri de um cultivar de Palmas/TO, a ocasião era março de 2013. Veio composta por apenas 2 bulbos esguios e sem folhas, apenas com a memória de uma grande haste floral, completamente seca.

Por volta do mês de agosto ela iniciou a formação de um novo bulbo e à medida que ele crescia e tornava-se (lentamente) robusto, trazia consigo, no ápice, os primeiros sinais de floração, que se tornaram mais evidentes a partir do início de outubro de 2013 (à princípio 5 belos botões); em dezembro as primeiras 5 flores murcharam, mas já havia uma nova ramificação, na haste, com mais 3 botões e por fim, em fins de janeiro de 2014, mais 2 flores. Foram, portanto, cerca de 5 meses entre o princípio e o fim completo desta, que foi a sua primeira florada. Acho que as fotos demonstram que ela é uma orquídea incrível para ser fotografada e de uma charme particular.

 
 
 
Foram tantos meses de floração que deu para colocarmos ela numa vaso maior, de argila.
 
 
Nas duas últimas fotos, as últimas 2 flores!

[1] “Folhas linear-lanceoladas, verde acinzentadas, dísticas, um pouco plicadas, articuladas, decíduas, de tamanho variável, as maiores com até 20 cm de comprimento por 1,5 cm de largura na sua parte central. Inflorescência apical, com racemo arqueado, ostentando normalmente 5 a 6 flores simultâneas. Sépalas de cor ocre esverdeada, com 2,7 cm de comprimento por 0,4 cm de largura, sendo a dorsal lanceolada e as laterais levemente falcadas.
Pétalas falcadas, da mesma cor das sépalas, com 2,5 cm de comprimento por 0,6 cm de largura.
Labelo infundibuliforme, obscuramente trilobado, com 04 quilhas internas no seu centro, sendo as duas externas bem mais altas que as centrais; dotado de calcar estreito; quando explanado medindo 6 cm de comprimento por 3,5 cm de largura; tubo esbranquiçado, ápice purpúreo e calcar amarelado. A coluna é esbranquiçada e tem 10 mm de comprimento por 3 mm de largura. Antera esbranquiçada, com 3 mm de comprimento, dotada de apêndice superior filiforme, terminando em extremidade verrucosa, alargada e bifurcada. Apresenta 1 par de polínias amarelas com caudículo curto” (disponível em: delfinadearaujo.com).


[2] Disponível em: <http://www.delfinadearaujo.com/on/on21/pages/campa1.htm> Acesso em mar. de 2013.

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