ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS

domingo, 19 de agosto de 2012

56 - Orquídea: Denphal alba

“O denphal é [uma espécie de orquídea] muito florífera, com capacidade para até 2 ou mais florações por ano. O cultivo é fácil, se adapta em qualquer lugar de clima quente; adora calor. Após a floração se inicia o crescimento dos novos bulbos, neste período a rega deve ser feita com maior frequência[1]”.
Geralmente antes de perder todas as flores já inicia também o brotamento e crescimento do (s) novo (s) pseudobulbo(s).
A haste floral sai do ápice do pseudobulbo, por entre as últimas folhas, a exemplo das Encyclias. E a eclosão das flores dá-se de forma sequenciada, isto é, abrem primeiramente os botões primários da haste até chegar ao último deles, no fim desta haste, de modo que é provável que as primeiras flores tenham murchado e caído, ou perto disso, quando abrir os últimos botões em flores.
Enquanto as primeiras flores já estão abertas, na sequência da haste há apenas botões - aprox. 10 flores

 

domingo, 5 de agosto de 2012

Orquídea: Catasetum macrocarpum/flor feminina

Sobre o Catasetum macrocarpum flor masculina há uma postagem neste blog e pode ser acessada pelo link; mas antes, o convido - caro leitor internauta - a conhecer um pouquinho, ao menos, sobre o catasetum macrocarpum flor feminina.
As variedades de flores em masculinas e femininas são obviamente uma ferramenta da natureza, para - sempre que possível - haver a fecundação das flores, a formação de sementes e a reprodução natural dos catasetums.
Neste caso, o macrocarpum, geralmente produz as flores masculinas, em detrimento das femininas; eu pelo menos, em poucas ocasiões obtive dos meus catasetums macrocarpums, flores femininas, havendo a abundância das masculinas.
A maioria dos orquidófilos e estudiosos da área concorda que a existência de flores femininas nos macrocarpums é uma questão climática, isto é, quanto mais o clima é quente, maior suas ocorrências.
Observação endógena: percebe-se que as flores serão femininas logo nas primeiras semanas de crescimento da haste floral: geralmente ela será mais robusta que a haste para as flores masculinas; e irá demorar mais a formar-se completamento (uma vez que, automaticamente ela deverá perdurar por mais tempo, em caso de ter flores fecundadas e por isso irá suportar também o peso das cápsulas de sementes, principalmente quando elas estiverem bem desenvolvidas), ao inverso da haste para as flores masculinas, que são quase efêmeras. Enquanto as flores masculinas duram por aproximadamente 7 dias, as femininas costumam se alongar mais tempo, em durabilidade, tentativa única e exclusivamente para serem fecundadas, principalmente por meio das abelhas e dos insetos.

Outros detalhes: as flores masculinas são sempre em maior quantidade que as femininas, isto em condições normais. Quanto ao odor, ele também é diferenciado em ambas, não menos intenso e convidativo as abelhas, aos insetos e aos humanos. As abelhas mangangás preferem as femininas e passam vários minutos, envolvidas nelas, literalmente dentro das flores.

Aqui uma abelha mangangá é atraída pelo odor agradável da flor feminina.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

17 - Orquídea: Oeceoclades maculata

"(...) Oeceocledes maculata vegeta em matas fechadas em todo o Brasil, na Colômbia e na Venezuela, sempre em ricos detritos vegetais. A variedade apresenta pétalas e sépalas de cor verde-amarelada e labelo branco-leitoso" (Revista O mundo das Orquídeas. Ano 4, n.º 18, p. 3).

Observação endógena: é uma orquídea que se propaga com muita facilidade, aparecendo em diversos espaços do quintal, inclusive fora do orquidário; é bastante resistente a diversas intempéries, mas requer um solo bastante rico em substratos, como folhas secas, por exemplo. As floradas saem da base da planta e ocorrem no início do ano, nas primeiras chuvas, com bastante ocorrência de cápsulas.
 
 
 
 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

19 - Orquídea: Cattleya labiata rubra

Maiores informações sobre as Cattleyas labiatas aqui.
Ainda assim, acrescento que as cattleyas labiatas rubras possuem pseudobulbos e folhas em tons mais opacos do que as d'outras tonalidades mais claras. Significa que, não sendo uma regra geral, dá para diferenciar uma rubra das demais, mesmo antes d'ela florir.
Daqui abaixo, fotos atribuídas as Cattleyas labiatas de tonalidades rubras.
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

43 - Orquídea: Polystachya estrellensis

"É um gênero de orquídea nativa da América tropical e subtropical e Ásia. Flores pequenas, agrupadas em espigas de forma piramidal na haste floral favorece uma vista agradável. É comumente encontrado no sudeste do Brasil. Neste país nós temos 2 ou 3 espécies pertencentes a este gênero". 

"Foram registradas, inicialmente, para Alagoas, 3 espécies de Polystachya, a saber: P. caespitosa Barb. Rodr. E P. estrellensis Reichbº. Fº; logo a seguir: P. concreta Garay et Sweet. Cerca de 5 anos após estas primeiras constatações, 1986, encontramos P. Hoehneana KRZL – de longa sobrevivência sobre ramos de arbustos, como salgueiro. (...) essas espécies perdem as folhas periodicamente, mas, com satisfatório suprimento de água, não tarda a renovação das mesmas".
"É notável a reprodução de Polystachya estrellensis, em virtude da abundância de suas pequeninas cápsulas, dispersando infinidade de férteis sementes, que germinam sobre os vasos vizinhos, até nas vigas do ripado. Sua dispersão é vasta, no território alagoano, desde pontos mais elevados, 450/500 m, até nos tabuleiros" (Álbum das Orquídeas de Alagoas, 2000, p. 259).

Observação endógena: esta foi adquirida estando muito miúda e frágil; temia-se, portanto, até mesmo o seu fim; porém, acabou se recuperando bem e no decorrer desse tempo cresceu vagarosamente, mas com certa qualidade. Comumente exibe flores quantitativa e qualitativamente satisfatórias; um ramalhete com pequeninas flores, característica das micro.

terça-feira, 12 de junho de 2012

66 - Orquídea: Phalaenopsis alba

"O gênero Phalaenopsis tem características muito elegantes. Algumas variedades apresentam florações espetaculares. Nos últimos anos, vários híbridos de Phalaenopsis têm sido criados para obtenção de flores de corte. Suas flores brancas tornaram-se populares para buquês de noivas".
"O nome Phalaenopsis deriva de “Phalaena”, “Phalena” ou mariposa e “opsis”, “aparência de”; foi sugerido pelo botânico holandês Blume, quem a encontrou pela primeira vez em 1825 e a nomeou de Phalaenopsis amabilis, como a mariposa tropical Phalaena".
"Phalaeonopsis são epífitas ou litófitas. As plantas crescem prendendo-se a ramos, troncos de árvore e rochas e quase sempre fixadas em lugares sombrios. Algumas espécies crescem bem próximo à praia, recebendo os respingos da água salgada do mar. Mas quando cultivadas em estufas, longe das drásticas mudanças climáticas, normalmente têm suas folhas conservadas integralmente. As folhas têm textura de couro e podem ter até 46 cm de comprimento por 7 cm de largura. São suculentas, servindo de reserva de água e alimento. A maioria das espécies viceja na selva, onde a temperatura é naturalmente uniforme, entre 24° à noite e 35° durante o dia (...)".
"Em seu habitat natural as hastes florais ficam dependuradas em cascatas, sobre suas longas e pesadas folhas, e estão continuamente em floração. Após a floração mais hastes podem surgir da haste original. Se depois da primeira florada tiver caído a haste, esta voltará a produzir outras brotações florais. Se quiser usar as flores para decoração, corte a haste acima do nó mais alto. A planta irá então produzir uma nova haste secundária dentro de pouco tempo".
"Quando as condições são favoráveis, as plantas são capazes de produzir “keiks”, brotações nas gemas da haste floral".
"A condição natural do meio ambiente das Phalaenopsis provê à espécie temperaturas médias estáveis, alta umidade e bom sombreamento. Por ser uma planta delicada, deve preferencialmente ser cultivada em estufas. Logo após a floração da sua Phalaenopsis, quando as flores murcham e secam por completo e são manualmente removidas, é possível induzir o nascimento de uma muda clone que brotará na própria haste floral, com a aplicação de pó de canela no substrato. Após o corte com tesoura de poda (esterilizada com fogo ou produto específico) no terceiro nó da haste floral da planta, é comum brotar uma nova haste que vai fazer sua Phalaenopsis gerar uma segunda floração no mesmo ano, quando bem tratada1".

Observação endógena: como pôde ser visto nas fotos, este exemplar floriu em apenas 2 flores. Motivo: anteriormente havia sofrido por não ter se adaptada, noutra residência; chegando a mim, começou a se recuperar imediatamente: as duas flores (quantidade pequena) representam muito qualitativamente).











quinta-feira, 31 de maio de 2012

Orquídea: Cattleya labiata

Informações iniciais sobre as Labiatas, numa postagem anterior (neste blog), pode ser visitada pelo link.
 


Cattleya labiata amesiana. Num habitat quase natural.
Região: Palmeira dos Índios/Alagoas, Brasil.

Amigos e Seguidores