ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS

terça-feira, 24 de março de 2015

143 - Orquídea: Cattleya bicolor


Sinonímia:Epidendrum bicolor, Cattleya measuresiana, Epidendrum iridae, Cattleya dupontii”.
Origem: “São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo”.
Habitat: “Mata Atlântica e matas ciliares nos cerrados; epífita ou rupícola, dependendo do habitat. Atinge a fase adulta em 2 ou 3 anos. Quando adulta, muitas vezes torna-se planta alta, podendo em alguns casos chegar a quase 1 m de altura”.
Clima: “subtropical. É planta de fácil cultivo e crescimento relativamente rápido, quando cultivada em ambiente com umidade atmosférica alta e boa iluminação (...)”.
Luminosidade: “média, em torno de 50% de luz solar incidente”.
Inflorescência: “mediana na altura, com cacho composto de muitas flores nas plantas vigorosas”.
Tamanho das flores: “flores médias dentro do gênero Cattleya, por volta de 10 cm de diâmetro”.
Época de floração: “verão”.
Odor: “suave”.
Duração das flores: “flores duráveis, 20 a 30 dias”.
Observação: “Essa espécie possui muitas variações de cor, com pétalas variando desde verdes até marrom avermelhado intenso, maculadas ou não com pintas atropurpúreas. Labelo também variável, entre tons de rosa até ametista forte[i]”.

Observação endógena: esta bela Cattleya foi adquirida de Santa Catarina. Desde a sua chegada (em 2013) ela vem se desenvolvendo, especialmente no que diz respeito a formação de bulbos, sendo esta a primeira florada. Uma flor de composição elegante, de pátalas e sépalas mais rijas do que costumamos ver na maioria das Cattleyas.

[i] Disponível em: <http://www.orquideasbrasil.com.br/423311/Cattleya-bicolor>: Acesso em mai. de 2013.

quinta-feira, 19 de março de 2015

221 - Orquídea: Bc. Saint Andre

Com bastante capricho, eu apresento a todas as pessoas que de alguma forma prestigiam este Blog, a BC. Saint Andre, um híbrido muito belo, de fácil cultivo e de florações abundantes.
“Planta de porte médio. Muito vigorosa e compacta. Flores grandes sempre florindo em várias frentes. Cruzamento entre Cattleya dowiana áurea X Brassavola nodosa[i]”.
As fotos abaixo mostram a sua primeira floração: apenas uma bela flor que não se acanhou ao mostrar a beleza do seu atrativo labelo. 
Desde a época em que a adquiri até esta primeira floração, custou cerca de 1 ano, mas isso representou pouco, se levarmos em consideração uma Vanda manuvadee, que possuo a mais de 5 anos e ainda não vi as suas flores.
 
Quando a flor começa a murchar, ainda assim se mantém apresentável!

[i] Disponível em: http://www.orquideasecia.com.br/hibridos/bc-saint-andre-2.html Acesso em mar. 2014.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Phalaenopsis Pintalgado - flores 2014

Em 2014 minha Phalaenopsis pintalgado floriu em 7 belíssimas flores e assim consegui fazer um bom resumo dessas flores nas fotos abaixo. Já faz alguns anos (a exemplo de 2013) que posto sobre esta Phalaenopsis, mas a meu ver, foi em 2014 que obtive as fotos mais impressionantes, de suas flores.
Confira abaixo!
 
 
O capricho deste labelo é divino!
Parte do labelo visto de perfil.

sexta-feira, 6 de março de 2015

107 - Orquídea: Potinara Crowfield Mendenhall

Quando adquiri este híbrido, em 2012, ele era muito pequeno porém, a sua adaptação e seu desenvolvimento se deram de forma rápida. Cerca de dois anos após a aquisição já estava uma orquídea de porte considerável e pronta para florir.

As primeiras flores vieram por volta de meados de outubro de 2014 e totalizaram 3, perdurando as mesmas até fins de dezembro. As flores tem cores e formas singulares e o perfume é manso e agradável, logo, se destacam bastante por causa do tom esverdeado  que compete às pétalas e sépalas e o detalhe róseo do labelo, além das demais cores que a embelezam; e por fim a maneira como as flores se dispõem, aprumadas e fascinantes.
 
 
 

segunda-feira, 2 de março de 2015

1 - Orquídea: Catasetum Macrocarpum - 10 anos de Flores

Ano passado a minha primeira orquídea (encontrada) completou 10 (dez) anos de floração, apesar d'ela ser única, a cada ano, uma floração diferente, uma característica a mais é encontrada, uma renovação do contemplar (que é quase divino), uma vontade de abstrair e ficar com o seu perfume sempre presente.
Desde 2004 eu venho acompanhando o seu desenvolvimento e as suas florações (mágicas e perfumadas), sendo que a possuo desde 2002; de lá para cá ela produziu mais de 298 flores robustas (grandes e carnosas). A primeira florada que contabilizei era de apenas 2 (duas) flores e a última que anotei, em 2014, foram 82 (oitenta e duas) flores. Em 2005 não fiz o registro de flores, por isso, levando em conta o ano primeiro - 2004 - chega-se a 10 anos de florações justamente no ano passado.
Em relação a esta Orquídea foram 4 (quatro) postagens neste Blog:
No mês de Setembro de 2013; e...
Também postei no Orquídeas-eco um artigo que se referiu ao momento em que encontrei este Catasetum.
Por esse gráfico podemos ver a crescente floração, com o passar dos anos.
 
 
 
 
 
Mesmo as flores murchando são belas.
Em 10 anos, florindo anualmente, elas produziu cápsulas de sementes enormes, apenas uma vez (ano passado).

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Aechmea leptantha na natureza

“O gênero Aechmea (Bromeliaceae) compreende aproximadamente 250 espécies exclusivamente neotropicais, sendo 64% endêmicas do Brasil. Dentre estas, Aechmea leptantha (Harms) Leme e J.A. Siqueira-Filho está distribuída apenas nos domínios de Caatinga (Decídua, Espinhosa, Vegetação Seca) e Mata Atlântica dos estados brasileiros de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Sergipe” (p. 2).

“Durante todo o período do estudo (12 meses) A. leptantha apresentou apenas um evento de floração que durou aproximadamente dois meses, com marcada concentração temporal, sendo categorizada no padrão de floração anual (...). O florescimento anual é o padrão mais comum entre a família Bromeliaceae”.

“O número médio de flores em antese/dia variou de 5 a 10 (n = 30 indivíduos) ao longo do período de floração, com 8 a 17 flores em antese/dia de coleta e de duas a oito flores em antese/dia por indivíduo. Assim, apesar de apenas algumas flores disponíveis por dia e por planta (caracterizando uma disponibilidade regular de flores em nível individual), a população como um todo apresentou o florescimento do tipo “cornucópia” à medida que um grande número de flores foi produzido durante pelo menos 10 semanas. essa estratégia garante a oferta de recursos aos polinizadores por longos períodos de tempo” (p. 5).[i].

 
 

[i] SILVA, T.S.; QUIRINO, Z.G.M.; MELO, J.I.M.. Notas sobre a fenologia reprodutiva de aechmea leptantha (bromeliaceae), uma espécie endêmica do nordeste brasileiro. Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conapesc/2018/TRABALHO_EV107_MD1_SA17_ID904_10052018165532.pdf Acesso em mai. de 2025.

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