Epidendrum viviparum é uma orquídea que "fascina qualquer cultivador de orquídeas", não somente por conta da beleza dessas flores albas com um pequeno pigmento amarelo no interior acima do labelo, mas porque também se trata de uma planta resistente, precoce e bastante adaptável. Quando produz flores pode gerar cápsulas de sementes com facilidade (quando não) e independentemente disso, produzi keikes na extremidade das hastes florais, os quais dão origem a novas plantas.
segunda-feira, 30 de julho de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
Oncidium Sharry Baby - flores 2018
"Todos sabem" que as flores deste Oncidium são especiais por causa do perfume agradável que exalam (cheiro semelhante ao chocolate, a baunilha), mas não é apenas isso, some-se a isso a efeito impactante que essas flores proporcionam, na perfeita harmonia entre o rubro e o branco do labelo. Além disso chamo a atenção para as circunstâncias das suas floradas, pois a primeira havia sido em 2013 (apenas 11 flores) e depois de vários anos sem florir, ela se fortaleceu e emitiu uma grande haste neste ano de 2018, sustentando mais de 50 flores.
quarta-feira, 18 de julho de 2018
254 - Orquídea: Catasetum híbrido
Este é um Catasetum híbrido complexo, provavelmente resultante do cruzamento entre Catasetum ((pileatum x Susan Fuchs) x (John Burchett x
Susan Fuchs)) x pileatum.
Observação endógena: adquirido em agosto de 2014, era apenas um pequeno bulbo gordinho, de cerca de 3 cm, com uma pequena brotação de um novo bulbo. Foi crescendo paulatinamente, ano a ano e produziu as primeiras três flores neste ano de 2018 (entre abril e junho).
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Cattleya walkeriana - flores 2018
Esta é a terceira floração desta Cattleya walkeriana, e pude contemplar uma explosão de beleza em 4 possibilidades (dois pseudobulbos florindo com duas flores cada). À medida que a planta vai se tornando uma razoável touceira também vai aumentando a produção de flores por florada, nesta ordem: 01; 02; 04 (nos últimos três anos). Diversos detalhes levam pessoas a quererem cultivar uma Cattleya walkeriana, um deles é bastante simples: esta não é uma orquídea que você vai encontrar com muita facilidade e num preço popular, exceto se se tratar de uma planta de tamanho 1 (SDLG) por exemplo; outros fatores são: a cor, o perfume, a simetria das pétalas e sépalas, este labelo insinuante etc.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Cattleya guttata - flores 2018
A última vez que eu havia postado sobre a floração desta Cattleya guttata foi em 2014 (link acima), e foi justamente naquele ano a sua última florada; de lá pra cá ela foi mudada de vaso algumas vezes e esteve bem perto de definhar no verão de 2016; depois, tendo se recuperado aos poucos, produziu essas incríveis 3 flores. Neste foto abaixo (dos botões) percebemos que a espata floral já estava totalmente seca e frágil, ainda assim é importante deixá-la, pois mesmo seca ela vai ajudar a proteger a formação e a saída dos botões florais até a abertura das flores.
terça-feira, 26 de junho de 2018
342 - Orquídea: Epidendrum nocturnum var. minor/minus/menos
Origem: Brasil;
Clima: quente e úmido alternando;
Vegetação: planta epífita de
florestas com altas temperaturas e umidade elevada, estando protegidas de luz
solar direta;
Luminosidade: luz média,
vegetando em matas onde recebe luz de forma indireta;
Floração: verão;
Tamanho de flores:
aproximadamente 3 cm;
Tamanho da planta: pequeno a médio porte, aproximadamente 20 cm[i].
Tamanho da planta: pequeno a médio porte, aproximadamente 20 cm[i].
Observação endógena: assim como o Epidendrum nocturnum de maior porte (estrutura e flores), esta variedade minor/minus/menos produz flores durante boa parte do ano e repete novas flores em pseudobulbos que floriram outrora (noutra florada ou na mesma florada) e produz cápsulas de sementes com grande facilidade; é uma orquídea resistente e de fácil cultivo.
terça-feira, 19 de junho de 2018
69 - Orquídea: Cattleya chocolate drop
"Sua origem
ocorre do cruzamento entre Cattleya guttata, espécie brasileira, e a Cattleya
aurantiaca, que ocorre desde o México até a Nicarágua (o colorido brilhante
deste híbrido é herdado da Cattleya aurantiaca cuja cor é dominante quando
cruzada). O colorido das suas flores varia de marrom-chocolate ao
marrom-avermelhado. O número de flores por haste pode ser maior que dez, de
longa duração quando bem cuidada. O tamanho da flor é bem variável, mas tem em
geral 6,5 cm de diâmetro. A floração é em qualquer época do ano".
Cultivo: "é de fácil cultivo, aprecia ambiente quente, ou até mesmo temperado. Proteja-a do
frio excessivo e da chuva contínua (...). Regue
muito no período de crescimento, mas garanta uma boa drenagem, essa planta seca
rapidamente. Diminua a rega no inverno. É indispensável uma boa ventilação e
deve receber o máximo possível de luz sem queimar as suas folhas[i]”.
Observação endógena: esta é uma Cattleya que foi comprada muito pequenina, algo em torno de 7 cm (senão menor), em 2011. De lá até aqui ela veio se desenvolvendo gradativamente após quase 7 anos ela estava adulta e produziu a primeira floração. Foram 2 bonitas e incríveis flores de um perfume agradável. Foram cerca de 2 meses, desde o rompimento da espata, pelos 3 botões florais, até o desfalecimento das flores (havia de início três botões, mas um deles foi abortado e restaram apenas 2 flores).
Isto é o cultivo de orquídeas: quase 7 anos de espera pela possibilidade de contemplar suas flores (isto é uma dádiva); pior é quando se espera desesperadamente e ela nunca floresce!
Nestes 7 anos de cultivo desta Cattleya chocolate drop, a mesma foi transplantada para pelo menos 4 vasos (troca de vaso, substrato, manejo, etc.) e atualmente está sendo cultivada num vaso de argila com casca de pinus, sphagnum e argila expandida. Anteriormente apliquei algumas doses de adubo bokashi.
[i] Disponível em:
<http://orquideasevoce.blogspot.com.br/2009/02/cattleya-chocolate-drop.html>
Acesso em out. de 2011.
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