ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Caroço de Manga/ Substrato Alternativo

Existem preocupações numa pessoa que cultiva orquídeas, quando na composição d'um vaso, para colocar uma planta dessas. Dentre essas preocupações citemos: a procedência do substrato (ele vem de uma fonte ecologicamente correta ou sua retirada agride o meio ambiente?); a qualidade do substrato (ele é seguro, não passará nenhuma doença para a orquídea); a eficácia do substrato (ele vai cumprir um dos seus papeis, qual seja, oferecer nutrientes suficientes para a planta poder enraizar bem?); enfim, há outros detalhes, mas por ora está suficientemente bom a apresentação desses!

A questão também se aplica a disponibilidade de substratos tradicionais e alternativos
Apresento nesta breve postagem uma experiência que venho fazendo com minhas orquídeas nativas, bem como com tantos híbridos: na composição dos vasos para plantio de orquídeas, além dos substratos que costumava usar, tais como: madeira em decomposição, casca e fibra de coco, pedaços de ossos, folhas secas, sabugos (incusive há uma excelente postagem sobre o uso do sabugo etc., portanto, além desses, venho utilizando para a composição dos vasos: caroços de manga secos. 

Após os devidos cuidados em relação ao local que eles deverão ficar expostos, para poderem secar, e a atenção quando na composição do vaso, tratando-os para livrar de doenças e pragas, bem como abrindo alguns deles para decompor melhor (na função de substratos) os caroços de manga secos, estarão prontos para ajudar a planta a absorver água e nutrientes.

Abaixo fotos desta louca experiência:
Caroços de manga, tal como secaram.
Caroços de manga; uns mais firmes, outros mais desgastados.
Caroços de manga; pedaços de sabugo; cocos de ouricuri: todos secos e tratados.
Caroços de manga; pedaços de sabugo; cocos de ouricuri: todos secos. Alguns ainda precisam ser quebrados em pedaços menores.
Caroços de manga; dependendo da conveniência podem ser postos inteiros - como neste vaso de Epidendrum campacci.
Caroços de manga - com o tempo as raízes irão os abarcar e eles se incorporarão aos demais substratos.
Caroços de manga num vaso de Catasetum barbatum NBS.
Caroços de manga - Blc. Waikiki Gold 'Lea'.
Caroços de manga num vaso de Catasetum macrocarpum - já há outras placas de caroços incorporadas no vaso, desde outrora.
Caroços de manga e sabugos.

Caroços de manga, sabugos, seixos e madeiras em decomposição.
Vários tipos de substratos neste vaso da Phalaenopsis pintalgado.

Numa luta diária de cuidados com esta Cattleya chocolate dropp. "Parece que cresce pra tás". Caroços de manga para ajudar! Será?

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

79 - Orquídea: Blc. Waikiki Gold 'Lea' A.Tharp 1978

Pelo pouco que encontrei a respeito na internet, diz-se que é orquídea a florescer entre Primavera/ Verão. É de fácil cultivo, podendo ser plantada em vasos com pedriscos, casca de pinus ou pedaços de madeira.
Originada a partir do cruzamento entre os gêneros (Brassavola, Laelia e Cattleya).
De acordo com o site Orchidroots é resultado do cruzamento entre Rhyncholaeliocattleya Rosa Surpresa x Cattleya forbesii.
 
Observação endógena: adquiri está orquídea em tamanho 3, de acordo com o "Mercado da Orquídea" - site onde comprei a mesma, em 2012. Pouco mais de um ano depois, iniciou esta floração de duas lindas "flores cor de ouro".
O clima quente e seco do Nordeste tem lhe feito muito bem! Este exemplar está, desde a aquisição, num vaso feito d'um pedaço de coqueiro, forrado de pedaços de telha e britas, composto por substratos (madeira em decomposição, fibra de coco, folhas secas, pedaços de sabugo e coquinhos secos de ouricuri.
Quando a recebi em abril de 2012.

Os botões começam a aparecer.
Formam-se os botões e deixam clarear de sol a visão - Blc. Waikiki Gold 'Lea'
Quase abertos - Blc. Waikiki Gold 'Lea'
Um "caleidoscópio de cores" - Blc. Waikiki Gold 'Lea'
É um lindo híbrido - Blc. Waikiki Gold 'Lea'
Quase o Sol - Blc. Waikiki Gold 'Lea'

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Bromélia: Tillandsia juncea

"É amplamente distribuído, com crescimento do México e nas Antilhas; maior para a Bolívia. A maioria das plantas disponíveis é da Guatemala e México. Ela é resistente, se colocada ao ar livre durante a estação de crescimento. A altura varia muito, mas uma planta tem média de 25 - 40 cm. Plantas de amostras de 60 cm não são incomuns. As flores são roxo real. As plantas crescem normalmente em grandes aglomerados densos. As folhas filiformes são uma indicação de movimento do ar significativa no habitat nativo".
"Juncea (...) pode absorver água e nutrientes através do sistema radicular. (...) não são as espécies mais fáceis de crescer dentro de casa, preferindo os rigores da vida ao ar livre. Também é uma planta relativamente de lento crescimento. Os filhotes costumam levar dois ou até três anos para atingir a maturidade. (...) estas espécies florescem quando montada em qualquer posição, mesmo de cabeça para baixo (...)[1]"

Observação endógena: encontrar essa habilitação para tal bromélia foi tarefa difícil, pelo menos uma tarde de navegação na internet; as informações nem sempre batiam, mas eis que me pareceu ser sim esta, a Tillandsia juncea. Em não sendo, peço aos leitores e amigos, ajuda. E pergunto ainda: essas florzinhas não abrem mesmo?

Está fixada numa árvore, em meu quintal, numa altura intermediária, em "harmonia" com outras Tillandsias e umas orquídeas.
"Tentáculos" abarcam um mundo para si.... Tillandsia juncea.

As pequenas flores apareem isoladas- quase sempre uma após a outra. Tillandsia juncea.
Parece que não abrem nunca! Tillandsia juncea.
Ainda assim pequeninas enfeitam esse ápice "espinhoso". Tillandsia juncea.

[1]   Disponível em: http://www.keyessentials.co.uk/tillandsia-juncea. Acesso em: jan. de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

1 - Lista de Desejos/ Orquídeas

DESDE “ANTES” PARA 2013 em DIANTE.

Trata-se de uma, dentre outras, listas de desejos. E elas envolvem não somente a aquisição de bens materiais; mas também a aquisição de seres VIVOS, quase como NÓS; elas envolvem a CONSTRUÇÃO diária da nossa vida, porque por elas nos dispomos a construir, SEMPRE! O querer CRIAR e recriar, RECICLAR e manter, o querer PRESENTEAR e ser por elas presenteado também faz reciclar em nós a mola PROPULSORA que ajuda no SENTIDO da vida!
Consta nas legendas das imagens a devida fonte.
Brasilaelia purpurata carnea - imagem extraída de: Blog da Bete Orquídeas: http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/
Batistonia Echinata - Mercado da Orquídea. Site que pertence a imagem: www.mercadodaorquidea.com.br/
Brassia rex - Orquidario Faísca - imagem copiada de: http://orquidariofaisca.blogspot.com.br/
Catasetum fimbriatum amarelo - Blog da Bete Orquídeas. Imagem está em: http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/
Cattleya intermedia var. alba - Blog da Bete Orquídeas. Em: http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/
Miltonia lamarckiana x regnelli - Blog da Bete Orquídeas. Postagem em: http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/
Cattleya tigrina - Orquidário Faísca - imagem pertence ao http://orquidariofaisca.blogspot.com.br/
Potinara egyptian Qeen "summer" - Blog da Bete Orquideas. Imagem em: http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/
Renanthera Imschootiana - Imagem disponível no Mercado da Orquídea - www.mercadodaorquidea.com.br/
Prosthechea vitellina - Orchisrafa. Imagem extraída de: http://orchisrafa.blogspot.com.br/
Zygopetalum crinitum - Blog da Bete Orquídeas. Link do blog: http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/
Renanthera Monachica - Mercado da Orquídea - disponível em: www.mercadodaorquidea.com.br/

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

51 - Orquídea: Oncidium sphacelatum


“Têm preferência por alta luminosidade ou com sombra moderada. Para cultivar, deve-se plantar em um tronco com a base reta não muito largo, para que se possa manter em pé e planta-se a orquídea amarrada a um tutor virado para o leste. (...) estas orquídeas se agrupam em touceiras".
"O nome científico vem do latim Oncidium = "inchaço", "tubérculo" e sphacelatum = "morte", “enfermidade”.
Habitat: "esta espécie é originária de Campeche, no Sul do México, da América Central e da Venezuela. Esta Orquídea cresce sobre árvores. Área de clima úmido e quente de terras situadas abaixo de 1000 m".
Descrição: "o Oncidium sphacelatum é uma orquídea epífita e ocasionalmente rupícola com pseudobulbos cilíndricos achatados lateralmente de que saem apicalmente duas folhas coriáceas estreitas oblongo linguladas, em seu centro nascem duas hastes florais de pequenas e numerosas flores. Possui ramo floral paniculado. Flores em racemo médio de muitas flores de pequeno tamanho de cor amarelo forte com manchas de cor café".
"Oncidium sphacelatum é uma espécie de orquídeas do gênero Oncidium, também chamado de dama dançante, da subfamília Epidendroideae da família das Orquidáceas”[1].
Observação endógena: este Oncidium sphacelatum floriu pela primeira vez (atualmente), desde que o adquiri em maio de 2010, da cidade de Rio Largo – AL. Trata-se de uma floração (somente) numa haste floral, mas que já demonstrou ser uma planta de flores abundantes (inclusive porque cada haste floral forma grande quantidade de ramificações) e resistentes!



Plantada desde a aquisição num pedaço de tronco de coqueiro.


[1]  Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Oncidium_sphacelatum Acesso em nov. de 2012.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

72 - Orquídea: Cattleya cernua


Distribuição: "segundo a antiga definição de Sophronitis o gênero é composto por cerca de uma dezena de espécies epífitas, ocasionalmente rupícolas, de crescimento cespitoso, que ocorrem em áreas montanhosas e bastante úmidas, ocasionalmente mais secas da Mata Atlântica, compreendida entre o Paraguai, Argentina e e o estado brasileiro das Alagoas".

Descrição: "apresentam pseudobulbos ovais, verde escuros, acinzentados, densamente agrupados, com uma única folha carnuda, côncava, muitas vezes achatada sobre a planta. A inflorescência surge ao mesmo tempo que uma nova folha sendo que esta funciona como se fosse uma espata. A folha cresce envolvendo os botões e quando esta se abre os botões estão já prestes a abrirem também. Conforme a espécie a inflorescência comporta de 1 a 8 flores, normalmente vermelhas, mas também ocasionalmente alaranjadas, amarelas ou rosadas".
"Em regra as flores são bastante grandes quando comparadas ao tamanho das plantas, de segmentos quase sempre bem explanados, possuem labelo trilobado, da mesma cor que as pétalas e sépalas com ou sem uma mancha amarelada ou rosada próxima da coluna"[1].
“(...) São melhor cultivadas em vasos pequenos, bem drenados ou pedaços de pau com casca rugosa e sem tanino, em luminosidade intermediária. Tanto os vasos como os pedaços de pau em que estiverem plantadas, melhor se colocados para o lado do nascer do sol. Apreciam boa umidade do ar o ano todo"[2].

Observação endógena: esta pequena orquídea chegou até mim o ano passado e de repente floriu em duas pequenas flores. está fixada num dos barrotes que sustenta a estrutura de (tela) do "orquidário".

[1]   Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sophronitis>. Acesso em: fev. de 2012.

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