Inspirado pelas belas publicações (na verdade uma parte delas) do Orquídeas no Apê, eu apresento aqui os belos botões florais da minha mais nova aquisição: Laelia purpurata tipo (acredito), adquirida recentemente por meio de uma permuta com uma orquidófila de Santa Catarina. Tão logo postarei as flores e uma breve descrição desta formidável orquídea!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
151 - Orquídea: Brassia rex (rei)
"É um gênero botânico pertencente à família das orquídeas. Foi descrito pelo botânico inglês Robert Brown e Hortus Kewensis, em 1813, usando a Brassia maculata, que fora recentemente coletada na Jamaica, como espécie tipo. A maioria das espécies produz flores de perfume agradável, especialmente durante as horas quentes do dia".
"O nome deste gênero é uma homenagem a William Brass, cujo nome latinizado é Gulielmus Brassus, um inglês, ilustrador de botânica do século XIX. Já a denominação rex é o mesmo que rei, na língua portuguesa".
Sinônimo popular: Orquídea Aranha.
Distribuição: "inclui cerca de 30 robustas espécies de crescimento simpodial algo ascendente e aéreo, epífitas, encontradas nas selvas úmidas e sombreadas das montanhas da América do Sul e América Central e mesmo na Flórida, em altitudes inferiores a 1.500 m. Há registros de ocorrência de 11 delas no Brasil. São plantas de fácil cultivo desde que em ambientes mais ou menos quentes e com alta umidade".
Descrição: "o gênero caracteriza-se por apresentar rizoma algo aglomerado e ascendente, pseudobulbos robustos, ovóides ou elípticos e alongados, em regra bastante compridos lateralmente, raro mais arredondados e curtos, guarnecidos quando jovens por bainhas foliares dísticas, com até três folhas grandes no ápice, elíptico laceoladas, herbáceas. A inflorescência brota das axilas das bainhas basais, racemosas, eretas e arqueadas, com brácteas florais bem pequenas (...). Suas pétalas e sépalas são longamente acuminadas, livres, todas similares em algumas espécies, em outras com pétalas muito menores que as sépalas e eretas ou curvadas. O labelo, inteiro, lanceolado ou oblongado, é descolado da coluna. Normalmente é liso, mas pode ser verrugoso em algumas espécies (...) [1]".
Observação endógena: adquiri esta bela orquídea por meio de uma permuta com uma orquidófila de SC, no início de maio deste ano; a muda já veio adulta e com bastantes pseudobulbos. Cerca de 4 meses após (em setembro) iniciou esta primeira floração, já havia, desde antes espalhado várias novas raízes por todo o vaso. As primeiras flores, da longa haste que atingiu mais de 30 cm de comprimento, se abriram quase um mês após, em outubro; essas flores que acenderam primeiro permaneceram por um bom tempo, e uma a uma começaram a secar, e por volta do dia 20 de outubro todas as flores caíram (duraram quase 15 dias); não exalaram nenhum perfume, apenas muita beleza em seus detalhes e caprichos.
"O nome deste gênero é uma homenagem a William Brass, cujo nome latinizado é Gulielmus Brassus, um inglês, ilustrador de botânica do século XIX. Já a denominação rex é o mesmo que rei, na língua portuguesa".
Sinônimo popular: Orquídea Aranha.
Distribuição: "inclui cerca de 30 robustas espécies de crescimento simpodial algo ascendente e aéreo, epífitas, encontradas nas selvas úmidas e sombreadas das montanhas da América do Sul e América Central e mesmo na Flórida, em altitudes inferiores a 1.500 m. Há registros de ocorrência de 11 delas no Brasil. São plantas de fácil cultivo desde que em ambientes mais ou menos quentes e com alta umidade".
Descrição: "o gênero caracteriza-se por apresentar rizoma algo aglomerado e ascendente, pseudobulbos robustos, ovóides ou elípticos e alongados, em regra bastante compridos lateralmente, raro mais arredondados e curtos, guarnecidos quando jovens por bainhas foliares dísticas, com até três folhas grandes no ápice, elíptico laceoladas, herbáceas. A inflorescência brota das axilas das bainhas basais, racemosas, eretas e arqueadas, com brácteas florais bem pequenas (...). Suas pétalas e sépalas são longamente acuminadas, livres, todas similares em algumas espécies, em outras com pétalas muito menores que as sépalas e eretas ou curvadas. O labelo, inteiro, lanceolado ou oblongado, é descolado da coluna. Normalmente é liso, mas pode ser verrugoso em algumas espécies (...) [1]".
Observação endógena: adquiri esta bela orquídea por meio de uma permuta com uma orquidófila de SC, no início de maio deste ano; a muda já veio adulta e com bastantes pseudobulbos. Cerca de 4 meses após (em setembro) iniciou esta primeira floração, já havia, desde antes espalhado várias novas raízes por todo o vaso. As primeiras flores, da longa haste que atingiu mais de 30 cm de comprimento, se abriram quase um mês após, em outubro; essas flores que acenderam primeiro permaneceram por um bom tempo, e uma a uma começaram a secar, e por volta do dia 20 de outubro todas as flores caíram (duraram quase 15 dias); não exalaram nenhum perfume, apenas muita beleza em seus detalhes e caprichos.
[1]Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Brassia> Acesso em mai. de
2013.
domingo, 20 de outubro de 2013
Broto de Vanda Manuvadee fcc
Há algumas semanas eu coloquei uma postagem (um pseudoartigo) sobre uma Vanda, a única que tenho; naquele momento eu falava da espera que venho alimentando constantemente, pelas primeiras flores da minha Vanda Manuvadee fcc. Sobre as mudas, podemos destacar aqui que elas “podem ser cultivadas em ambientes de pouca luminosidade, em torno de 40%,
acelerando seu crescimento. Plantas adultas podem ser criadas com boa dose de
luminosidade e se penduradas em árvores, emitem raízes com novos brotos (...)[1]”.
Depois daquele momento, me deparei com uma mágica surpresa na minha Vanda: não foram hastes, botões, nem flores, foi um pequeno broto, que cresce vagarosamente, agarrado a uma parte de uma das mais antigas raízes, nas profundezas da "estrutura" que a "sustenta"!
Depois daquele momento, me deparei com uma mágica surpresa na minha Vanda: não foram hastes, botões, nem flores, foi um pequeno broto, que cresce vagarosamente, agarrado a uma parte de uma das mais antigas raízes, nas profundezas da "estrutura" que a "sustenta"!
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Gomesa barbata: flores 2013
Pois bem, vamos lá: não somente minhas orquídeas estão com flores mais abundantes e belas este ano, mas também arranjei uma lente um pouco mais capaz de captar suas belezas, do que a de outrora (acho que já disse outras vezes e de outras formas (risos)).
É verdade que já mostrei esta orquídea numa postagem anterior, mas faço questão de destacar algumas belas e pequenas flores de 2013.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
167 - Orquídea: Laelia jongheana
"Em 1953 a Laelia jongheana já era citada no livro: As orquídeas e sua cultura, do autor João S. Decker, como '(...) quase exterminada nas suas zonas de dispersão natural'. (...) ocorria na região de Ouro Preto - MG (...). Existia também na Serra do Caraça e na região do Pico do Itambé, próximo à cidade de Diamantina, ou seja, no maciço da Serra do Espinhaço, Minas Gerais".
"As plantas deste habitat do passado foram totalmente exterminadas pelos catadores".
"Em 2003 um amigo orquidófilo chamado Jovino, que viajava bastante pelo interior do Espírito Santo, falou da existência de planta semelhante na região de Ibatiba, cerca de 130 km de Vitória (...). As plantas são muito dispersas e vegetam nas árvores em topos e morros pequenos, em altitude aproximada de 1.000 m (...)".
"Em 2007, tivemos a oportunidade e privilégio de conhecer possivelmente o último grande habitat desta espécie no Estado de MG (...). Levamos quase um dia inteiro para conseguirmos chegar ao pé da montanha. As plantas ocorrem em mata nebular e também nas beiras dos penhascos, sempre voltadas para o lado dos ventos, onde recebem muita umidade das nuvens à noite. A altitude de ocorrência varia entre 1.200 m e 1.500 m".
"As plantas estão [grosso modo] em pleno sol, porém, uma camada de musgo atua como uma esponja e mantém a umidade durante a maior parte do dia, mesmo com vento e sol intensos (...). Geralmente à noite é que as plantas são molhadas pela neblina ou pelas nuvens que passam (...)".
"O cultivo dessas plantas pode ser em substrato bem arejado, em vaso de barro pequeno para secagem rápida, mas, de preferência, podem ser fixadas em palito fino de xaxim ou madeira resistente à podridão, entretanto, neste último caso as regas devem ser aumentadas. As plantas gostam de ficar úmidas e o ideal é que sejam molhadas no fim da tarde. Não se adaptam ao clima quente e gostam de uma queda acentuada na temperatura durante a noite".
"Esta espécie (...) não forma espata, os botões emergem diretamente de dentro dos brotos em formação. as flores (geralmente uma a duas por broto) possuem diâmetro de cerca de 12 cm em forma de estrela".
É difícil encontrar plantas com pétalas largas, assim como variações acentuadas da tonalidade lilás 'tipo'. Pouquíssimas plantas albas foram encontradas no passado, na natureza, entretanto, atualmente estão sendo reproduzidas com sucesso pelo método assimbiótico. Desconheço as variedades coerulea e semi alba nesta espécie [1]".
| Laelia jongheana ("seu nome, sua identidade")! |
[1] Disponível em: http://www.awzorchids.com.br/br/artigosCont.php?target=MTE
Acesso em set. de 2013.
sábado, 28 de setembro de 2013
Cattleya labiata: uma Pintura
Assim como o fez originalmente e com maestria o Orquídeas no Apê, eis que apresento a minha orquídea, em forma de pintura..
Em dezembro de 2011, portanto, resolvemos pintar uma orquídea; a escolhida foi a Cattleya labiata (tipo), considerada (por muitos) a RAINHA, dentre as Orquídeas Nordestinas!
A técnica usada foi óleo sobre tela, e o quadro com as seguintes dimensões: 120x100.
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| Ainda esboçando... |
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
17 Orquídeas parecidas com Animais/Humanos
Observação endógena: eu sabia que algumas orquídeas são bastante semelhantes a alguns animais ou mesmo a figuras humanas, mas esta foi a primeira vez que resolvi procurar alguns "artigos" na internet que tratassem desse tema. Deparei-me com vários sites e blogs que mostravam textos e fotografias sobre tais "estranhas" e exóticas orquídeas. Senti vontade de reproduzir aqui sobre as que achei mais interessantes, evidentemente tendo o cuidado de readaptar algumas informações e o mais importante: citar devidamente as fontes.
As orquídeas são plantas fantásticas, desde a maneira como "improvisaram" para se fixarem, seja na forma epífita, rupestre, terrestre etc. até os recursos que usam para absorver água e nutrientes e evidentemente, as estratégias para atrair polinizadores, por meio de flores diferenciadas, atraentes e perfumadas, dentre outras.
Considerando que existem mais de 50 mil espécies de orquídeas (e em todas as partes do mundo, excetuando-se as regiões críticas de temperaturas extremas: muito quente e/ou muito fria), por isso, é possível encontrarmos exemplares de diversas formas, cores e tamanhos. Contudo, algumas dessas espécies impressionam por sua semelhança com certos animais e/ou lembram a forma do corpo humano, vejamos...
As orquídeas são plantas fantásticas, desde a maneira como "improvisaram" para se fixarem, seja na forma epífita, rupestre, terrestre etc. até os recursos que usam para absorver água e nutrientes e evidentemente, as estratégias para atrair polinizadores, por meio de flores diferenciadas, atraentes e perfumadas, dentre outras.
Considerando que existem mais de 50 mil espécies de orquídeas (e em todas as partes do mundo, excetuando-se as regiões críticas de temperaturas extremas: muito quente e/ou muito fria), por isso, é possível encontrarmos exemplares de diversas formas, cores e tamanhos. Contudo, algumas dessas espécies impressionam por sua semelhança com certos animais e/ou lembram a forma do corpo humano, vejamos...
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“Orquídea leão. Lembra vagamente a cara de um leão". (seria uma phalaenopsis alba em ângulo invertido).
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"Diuris (“Orquídea Burro”). Encontrada na Austrália, é conhecida pelo apelido
de “Donkey Orchid”".
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"Ophrysreinholdii. Pessoas imaginativas dizem que a O. reinholdii lembra um bode (...). É
encontrada nos Bálcãs, na Grécia, na Turquia, no Irã e no Iraque".
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"Phalaenopsis. Algumas espécies desse gênero têm uma estrutura no centro
que lembra a cabeça de um pássaro. São encontradas nas mesmas regiões que a O. Reinholdii".
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"Prosthechea cochleata. Típica da América Central, do Caribe e da Flórida (EUA),
essa flor guarda semelhanças com pequenos polvos".
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"Habenaria radiata. Aqui a semelhança é difícil de negar: a parte central e as
“asas” fazem com que essa orquídea se pareça com uma garçota (um tipo de
garça). É encontrada na China, nas Coreias do Norte e do Sul e na Rússia".
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"Peristeria elata. A estrutura central similar a uma pomba branca rendeu a essa
orquídea o apelido de “Orquídea do Espírito Santo”. É encontrada na América
Central".
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"Caleana major. Essa se parece com um pato voador (um pato estranhamente
colorido, mas ainda assim um pato). Típica das regiões leste e sul da
Austrália".
"As orquídeas são plantas fenomenais, elas são o foco de admiradores em todo o mundo. Poucas plantas foram tão admiradas quanto elas na história da humanidade e poucas plantas na natureza conseguiram atingir uma gama tão variada de formas e cores (...). Algumas orquídeas tem formas tão impressionantes que você chega a duvidar que existam na realidade". |
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Drácula Símia (semelhante
a uma cara de macaco).
"A 'Drácula símia', popularmente conhecida como 'orquídea cara de macaco', pode ser encontrada em florestas do sudeste do Equador, em altitudes que variam de 1.000 a 2.000 m (...)".
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Orchis Italica (macaquinhos
pendurados ou homem nu).
"Seu nome científico é 'Aceres anthropophorum' ou 'Orchis italica', porém ganhou o apelido de 'Man orchid' ou 'Naked man orchid' ('orquídea homem nu'), por seu labelo ser semelhante a um corpo humano. Essa espécie é encontrada na Europa e corre risco de extinção, devido a mudanças climáticas em seu habitat natural".
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Oncidium (Bailarina
amarela ou Chuva de ouro).
"Esta orquídea 'Oncidium aloha' é conhecida popularmente como 'Orquídea bailarina', devido a sua forma e também conhecida como 'Chuva de ouro', por conta da sua coloração amarelo vibrante".
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Ophrys apifera (Orquídea
Feliz ou Orquídea Abelha).
"A 'Ophrys apífera' é uma espécie terrestre encontrada em climas temperados, amplamente distribuída desde o Mediterrâneo até o Reino Unido e Alemanha. É possível olhar para essa orquídea e não abrir um sorriso?".
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Paphiopedilum spicerianum (Sorridente).
"A 'Orquídea sorridente' é encontrada no sudeste asiático. Sua forma lembra um grande sorriso aberto".
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Bulbophyllum putidum (Pernas
Longas).
"A 'Bulbophyllum putidum' lembra muito uma pessoa com pernas compridas. É distribuída geralmente desde a Tailândia, Índia, Laos, Filipinas, Malásia e Indonésia. Mede geralmente em torno de 10 cm e floresce nos períodos do outono e inverno". Eu acrescentaria que se assemelha ainda mais com um réptil.
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Lockhartia oestedii. A Lockhartia oestedii parece pequenos homens pulando de paraquedas.
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Ophrys insectifera (Homem de
Chapéu).
"Imagine só quantos milhões de anos foram necessários para que esta orquídea imitasse com tal perfeição, um 'ser humano usando chapéu' ou um 'inseto pousado' nela. Um truque engenhoso, pois com esta estratégia ela consegue atrair insetos reais, com a intenção de cópula", sendo polinizada.
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Neotinea ustulata (Macaquinhos
pintados).
"Os exemplares de 'Neotinea ustulata' são geralmente encontrados em conjunto e lembram um 'bando de macaquinhos pendurados' e com pintas por todo o corpo".
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Disponível em: https://hypescience.com/orquideas-raras-parecem-animais/ Acesso: set. 2013.
Disponível em: https://orquideasblog.com/orquideas-raras/ Acesso em set. de 2018.
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