Este é um epidendrum de florações duradouras, as quais podem atravessar temporadas anuais em floração. Estas fotos são um resumo da sua última florada, que ocorreu mais ou menos entre agosto de 2020 e dezembro de 2021, em algumas hastes que se alternaram, produzindo mais de cinquenta flores, além de cápsulas e keikes. Atualmente está sendo cultivado em substrato casca de pinus, carvão e um pouco de sphagnum (substrato típico para epífitas), em local que recebe luz solar direta, por algumas horas do dia.
terça-feira, 28 de junho de 2022
Epidendrum denticulatum - flores 2020-2021
quarta-feira, 22 de junho de 2022
quarta-feira, 8 de junho de 2022
416 - Orquídea: Cattleya praestans
“A Cattleya praestans é uma planta de pequeno porte, de pseudobulbos alongados e com uma única folha apical, oblongo lanceolada e algo coriácea. As suas inflorescências podem ter uma a duas flores, de tamanho considerável, comparativamente com o porte da planta”.
“É uma espécie nativa dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, no Brasil, onde vegeta como planta epífita, em florestas cujas altitudes podem oscilar entre os 700 e os 900 m”[i].
Observação endógena: Esta é uma orquídea cattleya que foi comprada por acaso (mesmo sem querer), enfim, um erro grosseiro do orquidário no qual eu a comprei... Isto porque o objetivo era adquirir uma Hadrolaelia jongheana (planta que eu já tive e perdi), mas ao esperar a floração veio a constatação de que, na verdade, se tratava de uma Cattleya praestans. Solicito, se alguém tiver uma Hadrolaelia jongheana disponível para venda ou troca, favor me contactar! Agradeço desde já!
[i] Disponível: http://orquideassoltas.blogspot.com/2020/10/cattleya-praestans.html Acesso abril 2022.
terça-feira, 31 de maio de 2022
414 - Orquídea: Cattleya portia baronesa coerulea
Planta de porte médio a grande, podendo chegar a mais de 50 cm de altura. As flores também são bem grandes, em média 8 cm a 12 cm de diâmetro. Esta cattleya é um híbrido primária, resultante do cruzamento entre duas espécies, sendo a Cattleya labiata e a Cattleya bowringiana (Guarianthe bowringiana).
Observação endógena: esta orquídea foi um lindo presente ganhado da minha amiga e orquidófila, Carla, diretamente da cidade das flores, em Pernambuco.
Somente alguns meses após tê-la recebido, elas já iniciou a formação de novos pseudobulbos, e neles, já de primeira, uma boa produção de flores (10 flores em três pseudobulbos). Desde que a recebi está plantada num vaso de argila com substrato comum para epífitas. A segunda leva de pseudobulbos - já tenho notado - será mais vigorosa do que esta anterior, que produziu essas flores, aqui mostradas.
segunda-feira, 23 de maio de 2022
141 - Orquídea: Bl. yellow bird 'H&R' - 10 floradas consecutivas
Conforme pode ser visto no gráfico abaixo, entre 2017/2018, podemos constatar o ponto alto na produção de hastes e consequentemente de flores, sendo um total de 63, isso deveu-se ao fato de estar em plenitude, uma verdadeira touceira, vindo a produzir flores em 16 pseudobulbos.
Atualmente está sendo cultivada num vaso de argila com substrato típico para epífitas. Apesar de ter sofrido dois cortes nos últimos anos, continua a se desenvolver bem e já ensaiando mais um entouceiramento.
sábado, 14 de maio de 2022
11 - Anacheilium aemulae - 10 floradas consecutivas
Olá pessoal! Estamos chegando aqui com mais uma postagem da série "A 10ª florada consecutiva", lembrando que neste período tivemos alguns anos em que ela não produziu flores! Mas, voltando aqui, trata-se do Anacheilium aemulae, uma orquídea epífita, encontrada na região e que já possuo desde 2008 (obs. antigamente eu a chamava de Epidendrum fragrans).
Pois bem, esta é uma orquídea de regulares floradas anuais, exceto quando apresenta algum problema no cultivo.
Além da beleza dessas flores, o que destaca-se mesmo nesta planta - quando floresce - é o seu perfume, suave e ao mesmo tempo marcante!
Detalhando o gráfico abaixo, temos a distribuição dessas floradas desde 2008 até 2022. Neste período, não houve a produção de cápsulas de sementes em nenhum momento (acho que vou começar a estimular isso, de repente uma fecundação via polínea de outra flor). Em relação a quantidade de flores, o destaque foi exatamente nos anos de 2011 e 2022, quando ela produziu 11 flores em cada momento citado.
segunda-feira, 9 de maio de 2022
Pholidota imbricata - produção de flores não para
Origem: sudeste asiático;
Clima: quente e úmido;
Luminosidade: de sombra à meia-sombra;
Regas: diárias;
Status ecológico: em risco de extinção na natureza.
Características: “é uma orquídea epífita, com pseudobulbos de cerca de 5 cm e folhas retinervadas entre 15 cm e 20 cm, verde-brilhantes”.
Tipo de substrato: “pode ser cultivada em placas ou palitos de fibra de casca de coco ou em vasos, com uma mistura de fibra de casca de coco ou esfagno com casca de pinho ou peroba”.
“É uma planta bem resistente a doenças, mas pode ser atacada por doenças fúngicas como a ferrugem. Use fungicida específico recomendado por um agrônomo. Os insetos que mais atacam essa orquídea são os pulgões, principalmente na fase de brotação. Um controle manual costuma ser o suficiente, mas se o ataque for intenso use detergente líquido diluído em água”.
Floração: “ocorre no fim do inverno e primavera. Emite uma haste floral de cerca de 20 cm, portando até 16 flores de 1,5 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas amarelo-pálidas, quase brancas e com labelo de mesma cor e maculado de marrom"[1].
Observação endógena: adquirida em janeiro de 2015, quando era ainda uma muda muito pequena. Começou a florir em maio de 2018 e praticamente não parou até os dias atuais, isto porque as florações ocorrem em simultâneo ou seguidamente em diversos pseudobulbos (após iniciar floração consegue produzi-la até nos pseudobulbos mais jovens).