ORQUÍDEAS * BROMÉLIAS

domingo, 9 de outubro de 2016

XXII ExpoAOBAL - fotos (parte 2/3)

Dando continuidade as postagens que trazem fotos sobre um pouco do que há/havia na Exposição de Orquídeas e Bromélias de Alagoas, trago abaixo uma série de fotos que aludem a questão das cores: orquídeas e aglomerados delas, nos tons amarelo, lilás, rosa e exótico; e o destaque para o gênero paphiopedilum...
Confira AQUI a primeira postagem.

sábado, 8 de outubro de 2016

XXII ExpoAOBAL - fotos (parte 1/3)

Desde ontem (sexta-feira, dia 07/10) até amanhã (domingo, dia 09/10) acontece a 22ª edição da Exposição de Orquídeas e Bromélias de Alagoas. Ontem, o dia de abertura, estive na Exposição (de forma breve e curiosa), observando a presença de diversos vendedores, conceituados no comércio de orquídeas e bromélias, em nosso país, além de palestras relacionadas. 
O mais curioso é que eu cultivo orquídeas há mais de 10 anos e esta foi simplesmente a primeira exposição de orquídeas que visitei; a sensação e a expectativa foram incríveis e já deixaram saudades, com a promessa de vir a participar de outras, especialmente as de âmbito regional.
Abaixo, dividi as fotos que fiz, em três postagens seguidas. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

278 - Orquídea: Dendrobium crumenatum


"(...) comumente chamada de orquídea pombo (...), é nativa da Índia, Indochina, Taiwan, Malásia, Indonésia, Nova Guiné e Ilha Christmas. Ela é declaradamente naturalizada em Fiji, Havaí, nas Índias Ocidentais e nas Seychelles. (...) cresce em muitas localidades de pleno sol ou sombra profunda".
"Dendrobium crumenatum [desenvolve-se de forma vertical], simpodial, [com] pseudobulbos que são inchados nos primeiros três ou quatro nós inferiores. A porção do meio transporta as folhas de 7 cm de comprimento e 2 cm de largura (...). [No topo] dos pseudobulbos [aparecem] as flores de cerca de 2,5 cm e de um branco puro, com manchas amarelas no labelo (...). As flores de Dendrobium crumenatum são perfumadas, mas esse perfume dura apenas um dia. Olof Swartz nomeou esta planta em 1799 (...). Espécie de cultivo simples, porte grande, com flores ao longo de sua haste, pequenas e perfumadas".
"Recomenda-se reduzir a rega durante o inverno. Pode ser plantada em árvore ou vaso, em sombreamento de 50%".
"São abundantes na Malásia, tanto que são consideradas até como uma praga. Não é valorizada porque suas flores [duram pouco] (...). Também são muito comuns em Cingapura, crescendo naturalmente nas reservas naturais e em árvores na estrada. Entretanto, a maioria das pessoas prefere um dendrobium híbrido, mais colorido e durável do que esta pequena orquídea (espécie) branca e perfumada [1]".

Observação endógena: a aquisição desta orquídea envolve um fato curioso: uma feira, isto mesmo, uma feira livre na capital do Estado de Alagoas, Maceió. Estava ela à venda, juntamente com outras plantas próprias para jardim! Na ocasião da compra, eu pensei que pudesse ser alguma espécie de Epidendrum, por ser (superficialmente) e esteticamente semelhante ao Epidendrum secundum. Mas, após a sua primeira floração, eis a incrível constatação: um dendrobium, bastante comum, é verdade, mas único até aquele momento!


[i] Disponível em: https://orchidsweb.wordpress.com/page/8/ Acesso em jul. de 2016.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Bromélia: Bromélia-coral (Aechmea fulgens)


Nome científico: Aechmea fulgens;
Nomes populares: Bromélia-coral; Aéquimea; Bromélia;
Sinônimos: Aechmea discolor; Lamprococcus fulgens.

"A bromélia-coral é uma espécie herbácea, monocárpica, acaule, epífita e rupestre, de folhagem e florescimento ornamentais. Ela é nativa do Nordeste brasileiro, especialmente nos Estados da Bahia e Pernambuco. Apresenta folhas dispostas em roseta, formando um funil que acumula água em seu interior. Suas folhas são laminares, recurvadas, verde-brilhantes, cerosas e com afiados espinhos nas margens. As inflorescências surgem na primavera ou verão e são do tipo panicula, vermelhas, com brácteas igualmente vermelhas e numerosas flores roxas. Os frutos que se seguem são bagas vermelhas e globosas, bastante duráveis e oranamentais".
“Tropicalíssima, a bromélia-coral é conhecida no mundo todo como uma excelente espécie para adornar interiores. O principal motivo para esta planta ter caído nas graças dos decoradores é o fato de seus frutos permanecerem na planta por muitos meses. Assim, envasada, ela alegra diversos ambientes, desde escritórios, a salas de estar, lavabos, varandas, etc. Só exige uma janela bem iluminada e regas regulares. No jardim, podemos formar maciços e canteiros sempre à meia sombra, protegida do sol forte por coberturas, pérgolas ou sob a copa das árvores (...)”.
“Deve ser cultivada sob meia sombra, em substrato próprio para epífitas, leve, drenável, mas com boa capacidade de retenção de água. Uma mistura de carvão, areia, terra vegetal e casca de coco, já é o suficiente. Também pode ser afixada em árvores com sisal. Necessita de regas frequentes, principalmente na parte aérea, de forma a manter o “copo” da planta sempre cheio. Para evitar o mosquito da dengue, coloque uma ou duas colheres de borra de café no interior da planta. Aprecia o calor e a umidade dos trópicos (...). Multiplica-se por sementes e por separação das mudas, que se formam após o florescimento da planta. É necessário aguardar que as novas mudas tenham 1/3 do tamanho da planta mãe[i]”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

5 - Orquídea: Dimerandra emerginata - 10 anos de Flores

Hoje trago mais uma espécie de orquídea que completou, nesta etapa, dez anos de florações consecutivas. A última postagem especificamente sobre ela ocorreu em agosto de 2014, naquele momento eu falava brevemente da sua forma de cultivo, como sendo fácil e da sua resistência ao suportar algumas horas de sol direito, sem que sofra maiores danos.
"Encontrada" em 2007, já trazia consigo a primeira floração, sendo de apenas 5 flores; a produção foi aumentando significativamente a cada ano (quali-quantitativamente [um mesmo bulbo pode florir diversas vezes por florada, bem como produzir por vários anos seguidos ou alternados]), porque também a planta se tornava mais robusta, ocupando todo o vaso (neste período foram cerca de 4 trocas de vaso, atualmente estando num vaso de argila). Outra observação é que, em todas as florações, se seguiu da formação de diversas cápsulas de sementes.
O simples gráfico abaixo vai mostrar o crescimento na quantidade de flores, ano após ano; mostrarei também, algumas fotos mais significativas de suas 10 floradas consecutivas.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

293 – Orquídea: Acianthera pubescens

“É uma espécie de orquídea que existe do México à Argentina. No Brasil, há registros para os estados do sul, além de SP, RJ, MS e BA. São plantas de tamanho médio, com caules aproximadamente do mesmo tamanho das folhas, estas lanceoladas de tons verdes variáveis, ou pintalgadas, ou inteiramente púrpura; inflorescência mais curta que as folhas com cerca de 8 flores multicoloridas, de cores variáveis, onde predominam o verde ou o branco, normalmente com listras púrpura”. 
“Espécie de mais ampla dispersão entre as plantas deste gênero, pois existe provavelmente em todos os países da América Latina, exceto Chile e Uruguai, sua variabilidade é muito grande e por esta razão tem diversos sinônimos (...)[i]”.

Observação endógena: esta interessante orquídea foi adquirida em março deste ano, vindo a produzir flores quase que imediatamente, em maio. A floração ocorreu em 5 bulbos, pois ela tem a capacidade de produzir flores em bulbos que floriram outrora; a quantidade de flores também foi surpreendente, pouco mais de 20.



[i] Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Acianthera_pubescens Acesso em ago. de 2016.

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